Go »
  Go »

Américas

2012


Mauri König aceita o Prêmio Internacional da Liberdade de Imprensa do CPJ, entregue em novembro pelo conselheiro e editor-chefe da Bloomberg News, Matthew Winkler. (Michael Nagle / Getty Images para CPJ)

Nova York, 18 de dezembro de 2012 - As autoridades brasileiras devem oferecer imediatamente proteção ao jornalista Mauri König, que passou a se esconder na segunda-feira depois de receber ameaças de morte relacionadas com suas reportagens sobre corrupção policial, disse hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas.

Mauri König/Blogueiro convidado do CPJ

São muitas e complexas as causas que têm levado o Brasil a se tornar perigoso para o exercício do jornalismo. Cito duas explicações possíveis para o aumento de mortes de jornalistas no país, onde sete jornalistas foram assassinados pelo trabalho ao longo dos últimos dois anos. Primeiro, a imprensa tem produzido mais reportagens investigativas sobre corrupção em governos e polícias, desmandos de políticos, crime organizado, violação de direitos humanos. As mortes de jornalistas ocorrem em represália a esse tipo de cobertura. A segunda explicação tem a ver com a impunidade. A falta de uma investigação rigorosa desses crimes cria entre os agressores a sensação de que não serão identificados e punidos.

Manifestantes entram em confronto com a polícia durante protestos de sábado na Cidade do México. (AFP/Pedro Pardo)

Cidade do México, 7 de dezembro de 2012 - As autoridades mexicanas devem libertar imediatamente um fotojornalista freelance romeno que foi detido no sábado quando cobria um protesto relacionado à posse presidencial, disse hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). 

Bogotá, 30 de novembro de 2012 - Autoridades do alto escalão da polícia colombiana devem realizar uma investigação minuciosa sobre as ações da polícia local durante a detenção de Guillermo Quiroz Delgado, jornalista independente que morreu na noite de terça-feira, sete dias depois de ser hospitalizado por ferimentos sofridos durante sua detenção, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Nova York, 26 de novembro de 2012--O Comitê para a Proteção dos Jornalistas condenou hoje o assassinato do jornalista brasileiro Eduardo Carvalho em Campo Grande, capital do estado de Mato Grosso do Sul, que faz fronteira com o Paraguai e a Bolívia. Carvalho era editor e proprietário do site de notícias Última Hora News, que frequentemente denunciava corrupção local, segundo as informações da imprensa.

Cidade do México, 15 de novembro de 2012 - Um jornalista freelance e seu acompanhante foram mortos a tiros na quarta-feira no estado central de Puebla, no México, logo depois de o repórter ter reunido informações sobre um roubo de gasolina em grande escala e testemunhar um confronto entre soldados e homens armados, de acordo com informações da imprensa e entrevistas do CPJ.

Nova York, 9 de novembro de 2012 - As autoridades cubanas acusaram, na quarta-feira, a jornalista Yaremis Flores de crimes contra o Estado relacionados com seus artigos críticos ao governo. Sua prisão gerou duas ondas de protestos e detenções em frente a uma delegacia de polícia em Havana. O  Comitê para a Proteção dos Jornalistas insta as autoridades a retirar prontamente as acusações contra Flores.

Cidade do México, 8 de novembro de 2012 - As autoridades mexicanas devem investigar minuciosamente o desaparecimento da jornalista Adela Jazmín Alcaraz López que foi vista pela última vez há quase duas semanas, disse hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Homens mascarados atearam fogo em Fernando Vidal no estúdio de sua emissora de rádio (AFP//Estaban Farfan)

Bogotá, 31 de outubro de 2012 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) insta as autoridades bolivianas a investigarem o motivo e encontrarem os mentores intelectuais por trás do cruel ataque de segunda-feira contra um jornalista de rádio boliviano, que foi queimado nos estúdios de sua emissora na cidade de Yacuiba. Uma técnica do estúdio também ficou ferida.

Bogotá, 19 de outubro de 2012 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena a perseguição oficial a dois executivos de um jornal boliviano que informou sobre corrupção governamental no departamento [estado] de Pando, no norte do país. Logo após o episódio, ambos buscaram refúgio por três dias no Brasil, de acordo com informações da imprensa.

Bogotá, 4 de outubro de 2012 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena a exorbitante multa imposta a uma revista de notícias de Quito por uma coluna de opinião sobre um referendo popular e insta as autoridades equatorianas a garantir que as normas eleitorais não sejam utilizadas para punir os meios de comunicação por informar criticamente.

Imagem de um vídeo no YouTube no qual Janet Hinostroza descreve um telefonema ameaçador que recebeu. (YouTube)

Nova York, 20 de setembro de 2012 - As autoridades equatorianas devem investigar imediatamente a intimidação contra a jornalista Janet Hinostroza, que trabalha para o canal privado Teleamazonas, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). A ameaça obrigou Hinostroza a abandonar temporariamente seu programa "La Mañana 24 horas".

Bogotá, 30 de  agosto de 2012 - As autoridades bolivianas devem desistir imediatamente de uma ação penal impetrada contra três veículos de notícias por suas coberturas de um discurso do presidente Evo Morales, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Os meios de comunicação são acusados de incitar o racismo e a discriminação, segundo as informações da imprensa.

Bogotá, 27de agosto de 2012 - A Corte Suprema de Justiça colombiana deve rejeitar imediatamente as ações penais por difamação, sem precedentes, contra uma proeminente jornalista que questionou ações recentes do tribunal, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Nova York, 21 de agosto de 2012 - Autoridades argentinas devem investigar imediatamente os violentos ataques contra dois jornalistas que trabalham no interior e garantir que os responsáveis sejam levados à justiça, disse hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Os ataques, que não estão relacionados, ocorreram no período de uma semana.

Cidade do México, 17 de agosto de 2012 - As autoridades federais mexicanas devem assumir o controle da investigação e do ajuizamento de todos os casos de jornalistas assassinados e desaparecidos no estado de Veracruz, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). A investigação estadual sobre os assassinatos de vários jornalistas suscitou várias perguntas e preocupações, segundo a pesquisa do CPJ.

Jornalistas hondurenhos foram alvo no passado. Em 2011, repórteres se reuniram para protestar contra os ataques aos seus colegas. (Reuters/Danny Ramirez)

Nova York, 6 de agosto de 2012 - As autoridades hondurenhas devem investigar imediatamente o ataque contra a casa de um radialista no estado de Yoro, disse hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). José Encarnación Chinchilla López, correspondente da Rádio Cadena Voces na cidade de El Progreso, disse a repórteres que tinha certeza que era o alvo do atentado, segundo as informações da imprensa.

Caminhões de bombeiros estacionados em frente ao Sierra Madre (Reuters/Daniel Becerril)

Nova York, 30 de julho de 2012 - As autoridades mexicanas devem investigar imediatamente o incêndio criminoso nas instalações de um suplemento de propriedade do jornal El Norte, o terceiro ataque contra uma publicação do El Norte este mês, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

A jornalista Lydia Cacho, aqui durante uma coletiva em 2006, foi ameaçada no domingo por uma pessoa não identificada (Reuters/Henry Romero)

Nova York, 30 de julho de 2012 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) está muito preocupado com uma ameaça de morte feita no domingo contra a repórter investigativa e escritora Lydia Cacho e insta as autoridades federais a realizar uma investigação completa.

Nova York, 26 de julho de 2012 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o sequestro de uma jornalista colombiana e insta as autoridades a garantir seu retorno seguro. Élida Parra Alonso, que cobre temas ligados aos direitos das crianças e apresenta um programa na rádio Sarare Estéreo, foi raptada de sua casa na terça-feira, segundo as informações da imprensa.

Nova York, 25 de julho de 2012- As autoridades mexicanas devem investigar imediatamente o desaparecimento de um fotojornalista que foi visto pela última vez na quinta-feira, disse hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Miguel Morales Estrada trabalha em Veracruz, que se tornou o estado mais perigoso para a imprensa no México, de acordo com a pesquisa do CPJ.

17 de julho de 2012

Fabián Jaramillo Palacios

Diretor de Comunicações

Superintendencia de Telecomunicaciones
Edificio Matriz: 9 de Octubre 1645 (N 27-75) y Berlín
Quito, Ecuador

Prezado Sr Jaramillo,

O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) está profundamente preocupado com o fechamento de pelo menos 11 emissoras desde maio. Nossa análise dos fechamentos, detalhada em lista anexa, concluiu que em alguns casos o órgão regulador não seguiu o devido processo garantido por lei. A avaliação do CPJ também constatou que mais da metade das estações fechadas havia sido crítica ao governo. Embora o governo tenha o direito de regulamentar a frequência radioelétrica, também tem a obrigação de fazê-lo de forma transparente e imparcial.

Por Frank Smyth, Consultor sênior de segurança para jornalistas

O bairro da Rocinha, no Rio de Janeiro. Estes bairros, ou favelas, têm sido arriscados para os repórteres (AP/Felipe Dana)

As montanhas recortadas do Rio de Janeiro descem em direção ao Atlântico para um vale com clima ameno no qual surgem duas célebres praias.  Aqui é a cidade que deu ao mundo um novo e eclético ritmo musical com a Bossa Nova, a joia sul-americana que vai sediar os Jogos Olímpicos de verão em 2016. Entretanto, o Rio também tem sido palco de violência contra jornalistas, uma tendência novamente em ascensão em todo o país.

Nova York, 11 de julho de 2012 - Agressores desconhecidos usaram explosivos, granadas e armas para atacar, na terça-feira, três meios de comunicação no norte do México, causando danos materiais, mas sem deixar feridos, segundo as informações da imprensa.

Nova York, 10 de julho de 2012 - As autoridades brasileiras devem investigar o assassinato do radialista Valério Luiz de Oliveira e prender os autores, disse hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas. Luiz foi morto a tiros na tarde de quinta-feira em Goiânia, no centro-oeste do país, de acordo com as informações da imprensa.

Bogotá, Colômbia, 3 de julho de 2012 - O fotógrafo equatoriano Byron Baldeón foi assassinado a tiros no domingo em frente a sua casa em El Triunfo, aproximadamente 60 quilômetros ao norte da cidade de Guayaquil. O fotógrafo havia se tornado testemunha em um processo criminal envolvendo suposta corrupção policial, segundo informações da imprensa.

Bogotá, 28 de junho de 2012 - As autoridades bolivianas devem investigar os ataques contra três rádios, nas últimas duas semanas, responsáveis por tirar as emissoras do ar, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Nova York, 26 de junho de 2012 -  as autoridades peruanas devem investigar o violento ataque contra um jornalista televisivo e ajuizar os responsáveis, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Nova York, 22 de junho de 2012 -  A repórter policial Stephania Cardoso, que estava  desaparecida desde 8 de junho com seu filho, está agora sob a proteção do governo federal, afirmou uma funcionária mexicana ao CPJ.

Cidade do México, 14 de junho de 2012 - O corpo do jornalista mexicano Víctor Manuel Báez Chino foi encontrado hoje em Xalapa, capital do estado de Veracruz. Ele é o quarto jornalista assassinado em Veracruz nos últimos dois meses.

Cidade do México, 13 de junho de 2012 - As autoridades mexicanas devem investigar imediatamente o caso de uma jornalista e seu filho que estão desaparecidos desde a manhã de sexta-feira, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). 

By Elisabeth Witchel/Consultora da Campanha contra a Impunidade do CPJ

O CPJ recebeu uma encorajadora carta da embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti, da representação permanente do Brasil junto às Nações Unidas, afirmando que o país apoia o Plano de Ação da ONU sobre Segurança de Jornalistas e a Questão da Impunidade, liderado pela UNESCO.

Integrantes da Mara Salvatrucha assistem à missa na prisão. Membros da gangue foram acusados pelo assassinato de um jornalista (AP/Luis Romero)

Nova York, 7 de junho de 2012 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) saúda a condenação obtida pelo assassinato em 2011 do cinegrafista salvadorenho Alfredo Antonio Hurtado Núñez, mas insta as autoridades a garantir que o outro pistoleiro acusado pelo crime também seja julgado.

Nova York, 6 de junho de 2012 - Um tribunal de apelação deve reverter o veredito de culpado emitido ontem contra dois jornalistas peruanos acusados de difamação, disse hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Nova York, 30 de maio de 2012 - As autoridades argentinas devem investigar imediatamente as ameaças feitas contra um jornalista que trabalha em uma rádio local e garantir que os responsáveis sejam levados à justiça, disse hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

O corpo de Marco Antonio Ávila García foi encontrado na sexta-feira (Reuters/German Osuna)

Nova York, 21 de maio de 2012 - As autoridades mexicanas devem romper o ciclo de impunidade nos homicídios de jornalistas investigando de forma completa o assassinato do jornalista de editoria de polícia Marco Antonio Ávila García e levando os responsáveis à justiça, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

O corpo de Ávila, que mostrava sinais de tortura, foi encontrado na sexta-feira em uma estrada de terra perto da cidade de Guaymas, no estado de Sonora, de acordo com o gabinete da Procuradoria-Geral. A autópsia revelou que ele foi estrangulado, segundo reportagens. Sem fornecer outros detalhes, o porta-voz da Procuradoria estadual, José Larrinaga Talamante, disse a repórteres que uma mensagem por escrito associada ao crime organizado foi deixada junto ao corpo.

Nova York, 16 de maio de 2012 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o atentado de terça-feira contra Fernando Londoño, ex-ministro que atualmente apresenta um programa de rádio. Londoño ficou ferido no ataque à bomba em Bogotá, no qual morreram seu motorista e seu guarda-costas.

Ángel Alfredo Villatoro (AP/HRN Radio)

Nova York, 16 de maio de 2012 - O corpo do jornalista de rádio hondurenho Ángel Alfredo Villatoro foi encontrado terça-feira em Tegucigalpa, capital do país, de acordo com a imprensa. Villatoro havia sido sequestrado de seu carro na manhã de 9 de maio.

"Lamentamos a morte do jornalista Ángel Villatoro e enviamos nossas condolências aos seus familiares, amigos e colegas", disse o diretor-executivo do CPJ, Joel Simon. "As autoridades hondurenhas devem realizar uma investigação completa e levar os responsáveis à justiça. O ciclo letal de violência contra os jornalistas e a impunidade para estes crimes está colocando em risco a liberdade de expressão em Honduras".

Nova York, 10 de maio de 2012 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas está muito preocupado com a recente onda de violência e intimidação contra a imprensa em Honduras, incluindo o sequestro de um jornalista que trabalha em rádio e dois ataques contra repórteres de televisão.

Jornalistas mexicanos protestam contra assassinatos de seus colegas (AFP/Ronaldo Schemidt)

Nova York, 4 de maio de 2012 - Os corpos de dois fotógrafos mexicanos que cobriam a área de polícia foram encontrados junto a outros dois corpos, de um ex-fotojornalista e uma quarta pessoa, em um canal na cidade de Boca del Río, no estado de Vera Cruz, segundo as informações da imprensa.

Nova York, 1٥ de maio de 2012 - As autoridades brasileiras devem investigar imediatamente o ataque contra a residência de um radialista na madrugada de sábado e garantir que os responsáveis sejam levados à justiça, disse hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Vinícius Henriques e sua família estavam dormindo no momento dos disparos e ninguém ficou ferido, segundo as informações da imprensa.

Nova York, 30 de abril de 2012 - Jornalista francês, que foi ferido durante o combate entre tropas do exército colombiano e guerrilheiros, desapareceu e pode ter sido seqüestrado pelos rebeldes segundo as autoridades colombianas e francesas.

Nova York, 30 de abril de 2012 - As autoridades devem investigar imediatamente o assassinato da jornalista mexicana Regina Martínez Pérez, determinar o motivo, e garantir que os responsáveis sejam processados, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Décio Sá (Blog do Décio)

Nova York, 24 de abril de 2012 - O jornalista especializado em política e blogueiro Décio Sá foi morto a tiros na noite de segunda na cidade de São Luís, capital do estado do Maranhão, no nordeste do Brasil, de acordo com as informações da imprensa. O jornalista estava esperando por um amigo em um bar quando um homem não identificado foi até o banheiro e, ai sair, atirou seis vezes contra Sá antes de fugir do local em uma motocicleta que o aguardava do lado de fora.

Nova York, 23 de abril de 2012 - Três jornalistas provinciais colombianos se viram obrigados a abandonar suas cidades nos últimos meses após receber ameaças de morte ligadas a grupos armados. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) pediu hoje às autoridades para garantir a sua segurança.

Nova York, 2 de abril de 2012 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) saúda a recente decisão de um tribunal de recursos no Peru que revogou a condenação penal por difamação contra um jornalista que noticiava sobre corrupção local.

Nova York, 27 de março de 2112 - As autoridades mexicanas devem investigar os ataques contra um jornal e um canal de televisão no estado de Tamaulipas e garantir que seu pessoal e suas instalações estejam protegidos, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Os dois ataques ocorreram em um período inferior a uma semana.

Nova York, 26 de março de 2012 - A decisão de um tribunal venezuelano proibindo a imprensa de noticiar sobre contaminação da água sem o uso de um informe técnico aprovado pelo governo é uma clara tentativa das autoridades de censurar informações críticas, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Nova York, 21 de março de 2012- O editor do El Faro, jornal digital salvadorenho, afirmou que profissionais foram seguidos após realizarem uma investigação sobre uma rede criminosa que envolve funcionários locais. Acrescentou que um funcionário do alto escalão do governo lhe disse, na semana passada, que membros de gangue estavam irritados com as informações veiculadas pelo site noticioso sobre os supostos vínculos entre agentes das forças de segurança e grupos criminosos locais, e poderiam retaliar.

Nova York, 16 de março de 2012--Um jornalista que trabalhava em rádio foi assassinado a tiros na quinta-feira por um homem armado não identificado, segundo as informações da imprensa.

Nova York, 15 de março de 2012 - Um jornalista boliviano que noticiou sobre corrupção foi condenado na quarta-feira por crime de difamação por um tribunal penal em La Paz, e sentenciado a 30 meses de prisão.

Dias antes da aprovação da emenda pelo senado, Carlos Lauría, do CPJ, se reuniu com o senador José González Morfín, à direita, para falar sobre os riscos enfrentados pelos jornalistas mexicanos. (Ignacio González Anaya)

Nova York, 13 de março de 2012-O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) elogiou hoje a histórica aprovação pelo Senado mexicano de uma emenda constitucional que, se aprovada pela maioria dos estados, transferiria às autoridades federais a jurisdição sobre os crimes contra a liberdade de imprensa.

Jornalistas no principal estúdio da Globovisión. Repórteres da emissora foram agredidos e ameaçados em um comício no domingo. (Reuters/Carlos Garcia Rawlins)

Nova York, 6 de março de 2012--O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o ataque de domingo contra jornalistas da Globovisión que cobriam uma manifestação política da oposição na Venezuela que foi alvo de tiros. A rede de televisão informou que homens armados, que usavam camisetas vermelhas associadas aos partidários do presidente Hugo Chávez, ameaçaram jornalistas e roubaram seus equipamentos.

Em alguns países latino-americanos, meios de comunicação estatais são usados não apenas para propaganda, mas como plataformas para desacreditar críticos, incluindo jornalistas. Governos investiram na construção de redes multimídia para promover suas agendas. Por Carlos Lauría.

O presidente prometeu defender jornalistas com um programa federal de proteção, uma promotoria especial, e uma nova legislação tornando a violência contra a imprensa um crime federal. Ele falhou em quase todas as iniciativas. Por Mike O'Connor

A repressão oficial em Cuba continuou sendo a mais intensa do hemisfério. Apesar de o último dos 29 jornalistas independentes aprisionados em 2003 durante a onda repressiva conhecida como Primavera Negra ter sido solto em abril, as práticas restritivas do governo continuam vigentes. A censura oficial é amparada pela lei e rigorosamente imposta. O governo persegue jornalistas críticos com prisões arbitrárias, detenções de curto prazo, espancamentos, campanhas de descrédito, vigilância e sanções sociais. Apesar da baixa difusão da Internet na ilha, a batalha pela liberdade de expressão continua sendo travada quase que inteiramente online. O governo recrutou uma legião de blogueiros oficiais para contra-atacar a vibrante blogosfera independente. Um projeto de cabo de fibra ótica possibilitará a introdução de Internet de alta velocidade. O lançamento do serviço de banda larga, que enfrentou atrasos em 2011, aperfeiçoará as conexões de Internet aprovadas pelo governo, mas não se estenderá à conectividade do público em geral.

Embora a violência letal contra jornalistas tenha diminuído consideravelmente nos últimos anos, o cenário da liberdade de imprensa permanece conturbado. Jornalistas continuam a ser atacados e ameaçados com tal frequência que alguns se viram Obrigados a fugir para locais mais seguros dentro da Colômbia ou a exilar-se. Um jornalista de Arboletes foi assassinado em junho, porém os motivos não foram esclarecidos. Nesse contexto violento, grupos de imprensa temeram potenciais consequências de declarações feitas pelo ex-presidente Álvaro Uribe, que descreveu os veteranos repórteres Juan Forero e Claudia Julieta Duque como "simpatizantes do terrorismo", após terem publicado reportagens críticas à administração de Uribe no jornal The Washington Post. A espionagem ilegal contra jornalistas e outros críticos pelo serviço nacional de inteligência, um legado do governo Uribe, continuou sendo objeto de investigação. Mas o progresso foi lento, com casos pendentes contra mais de 20 acusados no fim do ano. Em um golpe à liberdade de imprensa, em maio a Corte Suprema manteve cláusulas sobre difamação no código penal.

Em regiões onde a aplicação da lei é ineficiente, os repórteres permaneceram vulneráveis a ataques por sua cobertura de casos abrangendo corrupção. Nos centros urbanos, os jornalistas enfrentaram riscos ao cobrir temas relacionados ao crime organizado e ao tráfico de drogas. Dois jornalistas foram mortos em 2011 em represália direta por seu trabalho e o CPJ continua investigando as circunstâncias envolvendo outros quatro casos. O aumento da violência fatal colocou o Brasil de volta ao Índice de Impunidade do CPJ em 2011, que destaca os países com casos de assassinatos de jornalistas que permanecem sem solução. Decisões judiciais politicamente influenciadas continuaram dificultando a cobertura de questões sensíveis. A censura contra o jornal O Estado de São Paulo permaneceu vigente mais de dois anos após de ter sido imposta, impedindo que o veículo informasse sobre uma investigação de corrupção envolvendo a família do presidente do Senado, José Sarney. Em novembro, a presidente Dilma Rousseff assinou uma lei de acesso à informação pública, que regulamenta a classificação de documentos e limita em 50 anos o período máximo para a retenção de arquivos confidenciais. O projeto foi elogiado como um passo importante para a transparência do governo e uma ferramenta útil para os jornalistas que cobrem casos de corrupção.

A Suprema Corte de Justiça decidiu, em março, que o governo deve buscar alcançar um equilíbrio razoável na distribuição de publicidade estatal. Julgando um caso apresentado em 2006 pela Editorial Perfil, a maior empresa editora de revistas do país, o tribunal procurou deter a antiga prática de recompensar os veículos afinados com o governo com publicidade estatal e punir a imprensa crítica com a não veiculação de anúncios. No entanto, a Perfil e outros veículos críticos alegaram que a presidente Cristina Fernández de Kirchner, reeleita em outubro, continuou utilizando o sistema de distribuição não equitativa. As relações entre o governo Kirchner e o Grupo Clarín, maior conglomerado midiático do país, se agravaram em março, depois que manifestantes, incluindo membros do sindicado dos caminhoneiros, bloquearam as saídas de caminhões da gráfica do jornal Clarín, impedindo a distribuição de uma edição dominical do jornal. A circulação do jornal nacional La Nación também foi interrompida por várias horas. Em dezembro, Kirchner assinou uma medida que obrigava o único fabricante de papel jornal do país, o Papel Prensa, a submeter-se à regulamentação do governo. Segundo grupos de editores, esse foi mais um ataque contra o Clarín e o La Nación, que possuem uma participação majoritária na empresa. O grupo de imprensa local Fórum de Jornalismo Argentino (FOPEA, por suas iniciais em espanhol) documentou uma série de abusos no interior do país, incluindo um ataque a um radialista, um caso de incêndio criminoso e um episódio no qual uma equipe de cinegrafistas foi alvo de tiros. Em outubro, um tribunal federal condenou 16 ex-militares a penas que variam entre 18 anos e prisão perpétua pelo assassinato do jornalista Rodolfo Walsh e de 85 outras pessoas durante a ditadura militar argentina, de 1976 a 1983.

Cada vez mais jornalistas praticam autocensura, enquanto cartéis mexicanos ampliam sua presença na Guatemala. Em maio, grupos criminosos de quatro províncias espalharam faixas em locais públicos ameaçando atacar jornalistas se cobrissem as atividades das gangues. Um repórter de televisão da província de Escuintla, ao sul, foi assassinado em circunstâncias incertas após receber diversas ameaças. Enquanto a ascensão de grupos criminosos representou um risco crescente, os jornalistas também enfrentaram perigo na cobertura de casos de corrupção no âmbito do serviço público e de questões de segurança interna. Na cidade de Quetzaltenango, ao sudoeste do país, um repórter de televisão e sua família escaparam ilesos quando seu veículo foi alvejado por tiros. O jornalista havia recebido ameaças de morte por sua cobertura de corrupção policial. Uma colunista na cidade de Panajachel foi forçada a se realocar depois de receber uma série de mensagens de texto intimidadoras referindo-se à cobertura sobre um comitê de segurança do cidadão. O grupo de imprensa local CERIGUA documentou um aumento nas violações à liberdade de imprensa nos meses que antecederam as eleições presidenciais de novembro, bem como uma série de agressões e ameaças contra jornalistas no dia da eleição. Otto Pérez Molina, general reformado candidato pelo conservador Partido Patriótico, derrotou o empresário Manuel Baldizón no segundo turno. Enfrentando uma das mais altas taxas de homicídios do mundo, Pérez prometeu utilizar 'mão dura' contra a criminalidade.

Um juiz federal decidiu à favor do repórter James Risen, que invocou a Primeira Emenda para proteger uma fonte confidencial. O Comitê de Repórteres para a Liberdade de Imprensa (RCFP, por suas iniciais em inglês) e outros grupos consideraram esta decisão uma vitória importante para a imprensa. O Departamento de Justiça, que recorreu da decisão, continuou se posicionando de forma agressiva e apresentou acusações penais contra pessoas que vazam informações classificadas. Várias associações de imprensa dos EUA também estavam preocupadas com o número crescente de casos que estavam sendo mantidos sob segredo de justiça pela Suprema Corte. O CPJ informou que o Departamento de Estado ficou aquém em seu primeiro ano de implementação da Lei de Liberdade de Imprensa Daniel Pearl, que exige que as questões sobre o tema sejam incorporadas ao relatório anual sobre direitos humanos do departamento sobre cada país. WikiLeaks esteve nas manchetes novamente quando foram divulgados, sem edição, milhares de telegramas diplomáticos confidenciais dos EUA. Um jornalista etíope foi forçado a fugir do seu país após ser citado em um desses telegramas. Em cinco cidades, a polícia prendeu repórteres e fotógrafos que cobriam as manifestações do Ocupe Wall Street, muitas vezes alegando que os jornalistas não possuíam credenciais suficientes. Pelo menos três outros jornalistas que davam cobertura aos eventos do movimento foram agredidos por manifestantes ou policiais.

O clima de liberdade de imprensa continuou em rápido declínio durante o governo do presidente Rafael Correa. Em setembro, um relatório especial do CPJ revelou que as políticas de Correa transformaram o país em um dos mais restritivos à imprensa em todo o hemisfério. Em março, Correa perpetrou uma ação por difamação contra executivos do El Universo, um dos principais e entre os mais críticos jornais do país. O caso, centrado em uma mordaz coluna de opinião condenando as atitudes de Correa em um impasse com a polícia durante um motim em 2010, resultou em sentenças de prisão e multas multimilionárias contra os executivos e um ex-editor. Eles foram libertados após recurso no final do ano. Outros funcionários do governo também usaram as arcaicas leis penais de difamação para tentar silenciar jornalistas. O presidente recorreu frequentemente a cadenas--discursos presidenciais que ocupam a programação de transmissão privada em todo o país--para desprestigiar jornalistas individualmente ou os meios de comunicação. Apesar de as cadenas terem sido tradicionalmente usadas para dar informações em épocas de crise, tornaram-se um fórum de confrontação política sob o mandato de Correa. A administração usou outras táticas para suplantar vozes independentes e impor sua própria perspectiva, frequentemente obrigando emissoras a ceder parte dos noticiários para "réplicas" do governo. Em um referendo realizado em maio, eleitores aprovaram iniciativas que permitiriam à administração regular o conteúdo noticioso em áreas vagamente definidas e obrigaria proprietários de meios de comunicação a desfazer-se de participação ou posse de outras empresas.

O governo do presidente Hugo Chávez Frías continua sua campanha sistemática para reprimir reportagens críticas por vias regulatórias, judiciais e legislativas. O órgão regulador de telecomunicações multou a Globovisión, única emissora de televisão crítica do país, em mais de US$2 milhões por sua cobertura dos letais motins em prisões em junho e julho. O órgão regulador invocou a Lei de Responsabilidade Social em Rádio e Televisão, uma das medidas mais restritivas da região. O Ministério Público instaurou processos criminais contra dois executivos de um semanário crítico referente a um artigo satírico e uma fotomontagem que mostravam mulheres do alto escalão do governo atuando em um "cabaré" dirigido por Chávez. O jornal foi fechado por um breve período, e um executivo permaneceu preso por quase três meses. O governo de Chávez usou sua ampla estrutura de meios de comunicações estatais para difundir propaganda política e realizar campanhas de difamação contra seus críticos. A declaração de Chávez de que médicos cubanos encontraram e removeram um tumor cancerígeno alimentou especulações sobre o futuro político do país, uma vez que as eleições de outubro de 2012 se aproximam. As informações oficiais sobre o estado de saúde do presidente foram escassas e tratadas como se fosse um segredo de Estado.

A liberdade de imprensa sofreu consideráveis retrocessos em 2011. Nas vésperas das eleições presidenciais de junho, a imprensa registrou um alarmante aumento no número de agressões e ameaças em resposta à cobertura da campanha eleitoral. No norte do Peru, um jornalista foi assassinado em represália por seu trabalho, enquanto dois outros foram mortos em circunstâncias imprecisas. Os tribunais condenaram quatro jornalistas usando arcaicas leis penais de difamação, se um repórter permaneceu encarcerado por mais de seis meses até ter sua condenação revogada após recurso. O presidente Ollanta Humala prometeu, ao assumir o cargo, que seria um "defensor dos direitos humanos, da liberdade de imprensa, e da liberdade de expressão". Em julho, o Congresso aprovou um projeto de lei que eliminaria penas de prisão por difamação, mas até o final do ano o presidente não o havia promulgado.

Grupos criminosos exerceram extraordinária pressão sobre a imprensa na medida em que estendiam seu controle sobre praticamente todos os setores da sociedade. Jornalistas foram mortos ou desapareceram, e meios de comunicação foram bombardeados e ameaçados. Uma consequência devastadora desse clima foi a autocensura generalizada. Nesse vácuo informativo, os jornalistas e a população aumentaram o uso de redes sociais para informar suas comunidades. O assassinato de uma repórter de Nuevo Laredo foi o primeiro caso documentado pelo CPJ no qual uma pessoa foi morta em represália direta por seu trabalho jornalístico em redes sociais. Ao menos três jornalistas receberam asilo político nos Estados Unidos e Canadá, e vários outros procuraram refúgio em outros países. Várias importantes organizações de mídia realizaram acordo sobre um código profissional definindo protocolos para jornalistas em risco e se comprometeram a não servir de ferramenta de propaganda para os criminosos. Mas o governo do presidente Felipe Calderón Hinojosa não conseguiu implantar reformas efetivas. Apesar dos esforços para revitalizar a promotoria especial para crimes contra a liberdade de expressão, a violência contra a imprensa continuou praticamente impune. O novo programa do governo para a proteção de jornalistas foi considerado majoritariamente ineficaz. E apesar de a Câmara dos Deputados ter aprovado um projeto de lei para federalizar os crimes contra a imprensa, a legislação continuava pendente até o fim do ano.

A imprensa hondurenha continuou sofrendo as violentas consequências do golpe de 2009, que derrubou Manuel Zelaya. Quatro jornalistas de rádio e televisão foram assassinados em 2011 em circunstâncias obscuras. O CPJ está investigando os crimes para determinar se houve relação entre as mortes e a profissão das vítimas. Um clima generalizado de violência e impunidade fez do país um dos mais perigosos da região. A postura do governo sobre os assassinatos de jornalistas piorou a situação. As autoridades minimizaram os crimes e têm se mostrados lentas e negligentes na perseguição aos culpados. Nenhum progresso foi relatado na solução dos assassinatos de três jornalistas mortos em represália direta por seu trabalho em 2010, como revela a pesquisa do CPJ. A Comissão de Verdade e Reconciliação, composta por representantes hondurenhos e internacionais, apresentou seu aguardado relatório sobre a derrubada de Zelaya liderada pelo Exército. A comissão qualificou a tomada do poder em 2009 como um golpe de Estado--uma decisão que causou polêmica em alguns setores hondurenhos--mas também acusou Zelaya de inadequadamente ignorar a decisão da Corte Suprema de Justiça sobre os limites de seu mandato presidencial. O relatório constatou várias violações sérias à liberdade de imprensa durante o golpe de Estado, incluindo a tortura de jornalistas e a ocupações de instalações de meios de comunicação.

Nova York, 13 de fevereiro de 2012 - As autoridades brasileiras devem conduzir uma rápida e completa investigação sobre o homicídio do jornalista Paulo Roberto Cardoso Rodrigues, que foi morto a tiros na noite de sábado, declarou o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Ele foi o segundo jornalista brasileiro assassinado em menos de uma semana.  

O corpo do jornalista brasileiro Mario Randolfo Marques Lopes foi encontrado na quinta-feira (Facebook)

Nova York, 10 de fevereiro de 2012 - O corpo do jornalista brasileiro Mario Randolfo Marques Lopes foi encontrado na quinta-feira na cidade de Barra do Piraí, no estado do Rio de Janeiro, segundo as informações da imprensa. Randolfo informava sobre corrupção local e havia sobrevivido a ao menos um atentado contra sua vida nos últimos anos, de acordo com o noticiário.

Repórter de TV reage após o jornalista Gelson Domingos da Silva ser baleado e morto.

Nova York 7 de novembro de 2011 - Gelson Domingos da Silva, cinegrafista de televisão brasileiro, foi assassinado a tiros no domingo enquanto cobria um confronto entre a polícia e supostos traficantes de drogas no Rio de Janeiro, segundo as informações da imprensa. 


Nova York, 28 de dezembro de 2011- O diretor do jornal Hoy, de Quito, foi condenado por uma acusação de difamação devido a artigos que se referiam à influência política de um bancário equatoriano, que é parente do presidente Rafael Correa, segundo as informações da imprensa local.

« precedente: 2011 | seguida: 2013 »

  Go »

Tamanho do texto
A   A   A
CONTATO

Américas

Coordenador sênior do Programa:
Carlos Lauría

Pesquisador Associado:
Sara Rafsky

clauria@cpj.org
SRafsky@cpj.org

Tel: 212-465-1004
Ramais 120, 146
Fax: 212-465-9568

330 7ª Avenida, 11 º andar
Nova York, NY, 10001 Estados Unidos

Categorias recentes