Américas

2014

Ataques contra a imprensa   |   México

Homens Armados Dominam Neza e a Imprensa na Periferia da Cidade do México

Os políticos dizem que não há cartéis do crime organizado no
região metropolitana da capital. Jornalistas conhecem mais, mas eles
têm medo de denunciar. Por Mike O'Connor

Agentes da polícia fazem guarda perto de uma cena de crime em Neza, nos arredores da Cidade do México, em 16 de janeiro de 2011. (Reuters / Jorge Dan)

fevereiro 12, 2014 1:57 AM ET

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Ataques contra a imprensa   |   Colombia

Uma província é exemplo na luta da Colômbia contra a impunidade

A incapacidade para resolver os assassinatos de jornalistas em Arauca alimenta 
uma atmosfera de hostilidade e intimidação para o
mídia de lá. Por John Otis

O general Rodolfo Palomino, chefe da polícia colombiana, escreve uma mensagem para uma campanha de apoio desmobilização das FARC em Tame, na província de Arauca, em 18 de setembro de 2013. (Reuters / Jose Miguel Gomez)

fevereiro 12, 2014 1:56 AM ET

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Ataques contra a imprensa   |   Brasil

Violência e censura judicial desfiguram o horizonte do Brasil

Violência e censura judicial desfiguram o horizonte do Brasil

A preocupação do governo brasileiro com a segurança de um
Jornalista norte-americano contrasta com um sombrio
desempenho protegendo seus próprios jornalistas. Por Carlos Lauría

Manifestantes entram em confrontocom a polícia de choque durante um protesto no Rio de Janeiro, em 17 de junho de 2013, contra os bilhões de dólares gastos na preparação para a Copa do Mundo de futebol e contra um aumento das tarifas de transporte público. (AFP / Tasso Marcelo).

fevereiro 12, 2014 1:55 AM ET

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Ataques contra a imprensa   |   Estados Unidos

NSA coloca os jornalistas sob uma nuvem de suspeitas

A capacidade dos governos para armazenar dados transacionais e o
conteúdo das comunicações representa uma ameaça única para
jornalismo na era digital. Por Geoffrey King

O Centro de dados da Agência de Segurança Nacional dos EUA em Bluffdale, Utah, tem pelo menos 100 mil metros quadrados de depósitos de dados mais avançados. (Reuters).

fevereiro 12, 2014 1:54 AM ET

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Ataques contra a imprensa   |   China, Estados Unidos

Como a espionagem dos Estados Unidos fortalece o controle da China

O escopo da vigilância digital da Agência Nacional de Segurança
levanta dúvidas sobre o compromisso dos EUA para
a liberdade de expressão online. Por Joel Simon

Manifestantes marcham em frente ao Capitólio dos EUA, em Washington, em 26 de outubro de 2013 para exigir que o Congresso investigue os programas de vigilância em massa da NSA. (AP / Jose Luis Magana).

fevereiro 12, 2014 1:53 AM ET

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Ataques contra a imprensa   |   Venezuela

Ataque à Imprensa em 2013: Venezuela

Um clima de incerteza e tensão cercou a morte do presidente Hugo Chávez após sua luta contra o câncer e a eleição de seu sucessor escolhido a dedo, Nicolás Maduro. A cobertura dos dois acontecimentos resultou em agressões generalizadas e assédio a jornalistas. A campanha do governo contra a emissora crítica Globovisión continuou com a oitava penalização contra a rede de TV em oito anos, desta vez relativa a uma reportagem que questionava a legalidade de adiar a posse do Chávez, então doente. Depois de anos de perseguição, o proprietário da emissora vendeu a companhia para empresários que segundo rumores têm laços estreitos com o governo, e a estação depois disso mudou seu tom editorial. Numa ato que os críticos descreveram como inconstitucional, Maduro assinou um decreto criando o Centro Estratégico de Segurança e Proteção da Pátria, ou CESPPA, que ele disse que iria proteger o país de ameaças externas. Mas jornalistas e grupos da liberdade de imprensa disseram que isso deu amplos poderes ao Estado, que seriam usados ​​para intimidar e censurar a mídia. Seu governo também visou jornalistaswebsites e provedores de internet, em uma tentativa de suprimir as sombrias notícias econômicas do país. O governo também cumpriu suas ameaças de longa data e oficialmente retirou-se da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, um pilar do sistema de direitos humanos da Organização dos Estados Americanos.

fevereiro 12, 2014 1:32 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Peru

Ataque à Imprensa em 2013: Peru

O clima de liberdade de imprensa no Peru continuou igual ao de 2012, com repórteres sendo alvo de violência e processos por difamação por artigos sobre a corrupção local. Embora nenhum jornalista tenha sido preso, dois foram condenados por difamação e receberam penas de prisão condicional. Um projeto de lei que elimina penas de prisão por difamação está parado no Congresso desde meados de 2011. Jornalistas que cobriam os protestos generalizados quanto aos trabalhos de mineração no norte do Peru, foram alvo de violência e intimidação por todos os lados no conflito. Jornalistas e agências de notícias que relatavam sobre a corrupção e o crime organizado também foram alvo de atentados não fatais. Um jornalista foi morto em circunstâncias obscuras. O CPJ continua investigando se o assassinato foi relacionado ao trabalho. Assassinatos anteriores de jornalistas continuaram sem solução, e o Ministério Público recorreu da absolvição no ano passado do ex-prefeito da cidade de Coronel Portillo, relativa ao assassinato em 2004 do radialista Alberto Rivera Fernandez. Grupos de direitos humanos e jornalistas levantaram dúvidas sobre as implicações de um projeto de lei que criminaliza a negação de crimes de terrorismo, uma lei de cibercrime que criminaliza algumas manifestações pela Internet, e a intenção do principal jornal diário do país de comprar uma organização jornalística que resultou na aquisição de 78 por cento do mercado jornalístico.

fevereiro 12, 2014 1:29 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   México

Ataque à Imprensa em 2013: México

A liberdade de imprensa no México, apesar do novo presidente, continuou em clima de perigo. Embora o presidente Enrique Peña Nieto tenha aprovado uma medida adotada no final do mandato de Felipe Calderón que amplia a jurisdição das autoridades federais para investigar crimes contra a liberdade de expressão, a procuradoria especial oficial encarregada de cuidar de tais casos  ficou protelando o exercício de suas novas incumbências. Finalmente, em agosto, o procurador pegou oficialmente seu primeiro caso, embora não tenha acusado ou processado ninguém por assassinato de jornalista no último ano. Enquanto isso, a imprensa continuou a ser violentamente visada durante as batalhas entre traficantes e policiais e militares pelo país. Os meios de comunicação foram atacados, organizações pela liberdade de imprensa ameaçadas, e repórteres sequestrados. Pelo menos três jornalistas foram mortos em 2013 sob circunstâncias obscuras. Diante de tal violência, os meios de comunicação em regiões controladas pelos traficantes apelaram para a autocensura. Seguindo os passos de outros meios sitiados, o jornal Zócalo de Saltillo, publicou um editorial avisando que não mais cobriria o crime organizado, com o fim de proteger seu pessoal. A cidade do México, há muito tempo considerada um refúgio da violência que ocorre no resto do país, viu-se invadida pelo rime organizado. Quatro jornalistas que cobriam os protestos contra a reforma educacional foram encarcerados, e dois deles ficaram detidos por cinco dias antes de serem soltos após pagamento de uma fiança exorbitante, segundo reportagens. Analistas da mídia aplaudiram o projeto de lei de comunicações, que iria aumentar a competição e aumentar a disponibilidade de propriedade dos meios de comunicação audiovisuais.

fevereiro 12, 2014 1:26 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Honduras

Ataque à Imprensa em 2013: Honduras

A imprensa hondurenha continuou a enfrentar violência e intimidação enquanto o país lutava com o crime e ilegalidade generalizados. Jornalistas que cobriam temas sensíveis, como tráfico de drogas, corrupção do governo, e conflitos de terra, foram ameaçados e agredidos. Um conhecido apresentador de debates radiofônicos, Aníbal Barrow, foi sequestrado de seu carro e foi encontrado morto semanas depois. As autoridades disseram que estavam determinando se a morte estava relacionada ao trabalho do jornalista. Mas o clima de impunidade persiste em Honduras, com alegações de policiais envolvidos em corrupção e em formação de esquadrões da morte. Também vieram à tona alegações de jornalistas envolvidos em extorsão. Evitou-se um impasse entre as principais organizações da mídia do país e o presidente Porfirio Lobo sobre uma proposta de lei de telecomunicações, quando as partes concordaram que a imprensa iria regular o seu próprio conteúdo. O candidato do partido do governo, Juan Orlando Hernández, foi declarado vencedor nas eleições presidenciais, mas a segunda colocada, Xiomara Reyes de Castro, impugnou os resultados, trazendo à tona novamente a intensa polarização existente desde a deposição de seu marido num golpe de Estado em 2009.

fevereiro 12, 2014 1:23 AM ET
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