Américas

2014


Notícias   |   Colombia

Jornalista colombiana Amalfi Rosales foge após ameaças de morte

Bogotá, Colômbia, 8 de setembro de 2014 - A jornalista colombiana Amalfi Rosales fugiu de sua casa no estado de La Guajira, norte do país, e busca proteção do governo após homens dispararem contra a sua casa e receber ameaças de morte, segundo as informações da imprensa. Rosales disse ao Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) que as ameaças começaram depois que ela reportou sobre supostas ligações entre um ex-governador do estado e grupos criminosos.

setembro 8, 2014 6:53 PM ET

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Notícias   |   México

Jornalista mexicana é atacada após receber ameaças

Cidade do México, 8 de setembro de 2014-- O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o ataque ocorrido na quinta-feira contra a repórter mexicana Karla Janeth Silva, que havia noticiado criticamente sobre autoridades municipais. Silva foi chutada e espancada no escritório do seu jornal no estado de Guanajuato, segundo as informações da imprensa.

setembro 8, 2014 11:50 AM ET

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Notícias   |   Venezuela

Estação de Rádio é suspensa na Venezuela

Bogotá, 20 de agosto de 2014 - O órgão regulador de telecomunicações venezuelano CONATEL fechou uma crítica estação de rádio na terça-feira depois de se recusar a renovar a licença de transmissão da emissora que expirou, segundo as informações da imprensa. A ação se segue à suspensão na sexta-feira pela CONATEL de um crítico programa de rádio em outra estação.

agosto 20, 2014 6:36 PM ET

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Notícias   |   Colombia

Diretor de rádio colombiano é assassinado após receber ameaças

Jornalistas protestam pelo assassinato do repórter Luis Carlos Cervantes (AFP/Raul Arboleda)

Nova York, 13 de agosto de 2014 - As autoridades colombianas devem investigar imediatamente o homicídio de um jornalista na terça-feira e capturar os assassinos, declarou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Luis Carlos Cervantes Solano recebia ameaças de morte relacionadas às suas reportagens desde 2010, de acordo com informações da imprensa.

agosto 13, 2014 6:45 PM ET

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Notícias   |   México

CPJ insta as autoridades mexicanas em Sinaloa a rejeitarem lei restritiva

} Nesta foto de 12 de maio de 2014, trabalhadores forenses examinam a cena em que um ativista de pessoas desaparecidas foi morto a tiros por desconhecidos em Culiacan, México. (AP / El Debate, Dulce Mercado)

Cidade do México, 04 de agosto de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas apela ao congresso estadual em Sinaloa para revogar uma lei aprovada na quarta-feira que iria restringir severamente a capacidade da imprensa de informar sobre cenas de crime e investigações criminais. Congressistas locais apresentaram um projeto de lei na sexta-feira que pretende revogar a lei, de acordo com um comunicado oficial. Como o Congresso está em recesso, o projeto de lei não será votada até o dia 21 de agosto, disse o comunicado.

agosto 4, 2014 11:14 AM ET

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DECLARAÇÕES

Autoridades brasileiras devem garantir a segurança dos jornalistas que cobrem os protestos da Copa do Mundo

Nova York, 12 de junho de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas está preocupado com os relatos de que três jornalistas foram feridos hoje quando cobriam protestos contra a Copa do Mundo em São Paulo. A produtora da CNN Barbara Arvanitidis procurou tratamento hospitalar por uma lesão no braço e a correspondente da CNN Shasta Darlington e o cinegrafista do Sistema Brasileiro de Televisão Douglas Barbieri ficaram levemente feridos por bombas de efeito moral lançadas pelas autoridades para dispersar os protestos, segundo reportagens da imprensa e declarações de jornalistas da CNN no Twitter.

junho 18, 2014 10:51 AM ET

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Notícias   |   México

Colunista mexicano, sequestrado, encontrado morto

Cidade do México, 5 de junho de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o assassinato do colunista mexicano e porta-voz do governo Jorge Torres Palacios e insta as autoridades a investigar em profundidade o crime e levar os responsáveis à justiça. O corpo de Torres foi encontrado em um saco em um pomar do estado de Guerrero na segunda-feira, três dias depois de ter sido sequestrado por agressores não identificados de sua casa em Acapulco, segundo as informações da imprensa.

junho 5, 2014 1:30 PM ET

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Notícias   |   Paraguai

CPJ pede investigação sobre assassinato de jornalista paraguaio

Nova York, 19 de maio de 2014 - As autoridades paraguaias devem conduzir uma investigação completa sobre a morte de um jornalista de rádio que baleado na sexta-feira, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Fausto Gabriel Alcaraz Garay foi assassinado em Pedro Juan Caballero, cidade na fronteira com o Brasil, uma área que é particularmente perigosa para os jornalistas, segundo a pesquisa do CPJ.

maio 20, 2014 5:58 PM ET

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Blog   |   Brasil

Rousseff ao CPJ: 'O Brasil está totalmente comprometido com a luta contra a impunidade'

Carlos Lauría/Coordenador Sênior do Programa das Américas

Presidente Dilma Rousseff e ministros brasileiros se reúnem com Carlos Lauría e outros representantes do CPJ. (Roberto Stuckert Filho/PR)

"O governo federal está plenamente empenhada em continuar a luta contra a impunidade em casos de jornalistas mortos", a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, disse a uma delegação do CPJ durante reunião na terça-feira em Brasília, capital política do país. Aceitando que a violência letal contra a mídia é um prejuízo para a liberdade de imprensa, Dilma disse que seu governo vai implementar um mecanismo para evitar ataques fatais, proteger os jornalistas sob risco iminente, e apoiar os esforços legislativos para a federalização dos crimes contra a liberdade de expressão.

maio 7, 2014 5:27 PM ET

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Relatórios   |   Brasil

Segundo tempo para a imprensa brasileira

A justiça prevalecerá sobre a censura e a violência?

O Brasil é o lar de uma mídia vibrante, mas os jornalistas são regularmente assassinados impunemente e jornalistas críticos estão sujeitos a ações judiciais que drenam recursos e censuram histórias importantes. Durante a Copa do Mundo de 2014, essa contradição vai estar em vívida exibição. Será que o governo de Dilma Rousseff tem a vontade e a determinação para derrotar a impunidade e acabar com assédio legal, permitindo que a liberdade de imprensa prospere? Um relatório especial do Comitê para a Proteção dos Jornalistas

maio 6, 2014 11:00 AM ET

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Relatórios   |   Brasil

Segundo tempo para a imprensa brasileira

1. Nas mãos do governo

Por Carlos Lauría

Desde junho de 2013, o Brasil tem sido palco de esporádicas, mas grandes manifestações antigovernamentais que levaram milhões às ruas para protestarem por uma série de motivos, de aumento das tarifas públicas à corrupção e uso de recursos públicos para sediar a próxima Copa do Mundo. Às vezes os protestos se tornaram violentos; um cinegrafista foi morto em fevereiro de 2014. Durante as manifestações, dezenas de jornalistas foram detidos, perseguidos e atacados por policiais e por manifestantes irritados com o tratamento dispensado por alguns veículos de mídia aos protestos.

A polícia, soldados e jornalistas tomam posição durante operação em uma favela na capital em novembro de 2010. (Reuters/Sergio Moraes)
maio 6, 2014 11:00 AM ET

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Relatórios   |   Brasil

Segundo tempo para a imprensa brasileira

Texto adicional: Liberdade de imprensa e de mídia são valores ainda em construção

Por Fernando Rodrigues

Os protestos de rua em junho de 2013 no Brasil tiveram ampla cobertura da mídia. Mas pela primeira vez, em muitos anos, os ataques a jornalistas e a meios de comunicação também passaram a ser um tópico frequente do material publicado.

A polícia, soldados e jornalistas tomam posição durante operação em uma favela na capital em novembro de 2010. (Reuters/Sergio Moraes)
maio 6, 2014 11:00 AM ET

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Relatórios   |   Brasil

Segundo tempo para a imprensa brasileira

2. O ciclo vicioso da impunidade

Por Sara Rafsky

Quando a Copa do Mundo começar no Brasil em junho, o governo da presidente Dilma Rousseff estará comemorando a emergência do país como potência global. O evento, a ser realizado em vários locais em todo o país, vai colocar em evidência um vasto e diversificado país, ao contrário dos Jogos Olímpicos, que o Brasil sediará dois anos depois, só numa cidade, o Rio de Janeiro. Enquanto o assassinato em 2012 de um cronista esportivo local, em Goiânia no Centro-Oeste, possa ser contrário à história oficial de sucesso, isso reflete as realidades díspares de um país imenso como o Brasil, e retrata um lado mais sombrio do "esporte maravilhoso".

A polícia, soldados e jornalistas tomam posição durante operação em uma favela na capital em novembro de 2010. (Reuters/Sergio Moraes)
maio 6, 2014 11:00 AM ET

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Relatórios   |   Brasil

Segundo tempo para a imprensa brasileira

Apêndice: Jornalistas mortos no Brasil desde janeiro de 2011

A pesquisa do CPJ determinou que pelo menos 12 jornalistas foram mortos em represália direta por seu trabalho desde que Dilma Rousseff foi empossada como presidente em 1º de janeiro de 2011. Outros cinco foram mortos em circunstâncias obscuras, e o CPJ continua a investigar esses casos.

A polícia, soldados e jornalistas tomam posição durante operação em uma favela na capital em novembro de 2010. (Reuters/Sergio Moraes)
maio 6, 2014 11:00 AM ET

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Relatórios   |   Brasil

Segundo tempo para a imprensa brasileira

3. Censura através dos tribunais

Por John Otis

Publicado desde 1824 na cidade brasileira de Recife, Pernambuco, no nordeste do país, o Diário de Pernambuco é o mais antigo jornal diário da América do Sul ainda em circulação. Ao longo dos seus 190 anos o jornal mexeu com interesses poderosos e foi censurado por regimes militares do Brasil. Mas, no ano passado, o Diário de Pernambuco sofreu seu primeiro caso de censura oficial desde que o Brasil voltou à democracia em 1985.

A polícia, soldados e jornalistas tomam posição durante operação em uma favela na capital em novembro de 2010. (Reuters/Sergio Moraes)
maio 6, 2014 11:00 AM ET

Notícias   |   Peru

Detonam bomba na entrada da casa de um jornalista peruano

Bogotá, 24 de abril de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o atentado ocorrido na terça-feira na residência do jornalista peruano Yofré López Sifuentes e insta as autoridades a realizar uma investigação completa e processar os responsáveis. López saiu ileso da explosão de uma bomba, mas seus pais ficaram feridos, segundo as informações da imprensa.

abril 24, 2014 5:10 PM ET

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Notícias   |   Cuba

CPJ condena prisão de jornalista cidadã cubana

Nova York, 22 de abril de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o encarceramento de Juliet Michelena Díaz, membro de uma rede de jornalistas cidadãos e insta as autoridades cubanas a libertá-la imediatamente. Michelena foi detida em 7 de abril, dias depois de fotografar uma operação policial em Havana, segundo informações da imprensa e ativistas locais de direitos humanos.

abril 22, 2014 2:15 PM ET

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Notícias   |   México

CPJ condena ataques e assédio a jornal mexicano

Nova York, 3 de abril de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o ataque ocorrido hoje mais cedo contra Adrián López Ortiz, diretor-geral do Grupo Noroeste, grupo de mídia proprietário do jornal Noroeste, no estado de Sinaloa. O CPJ também está alarmado pela série de ameaças e assédio contra o jornal nas últimas semanas e urge as autoridades a levar os responsáveis à justiça. 

abril 3, 2014 6:21 PM ET

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Notícias   |   Venezuela

Jornalistas sob o fogo cobrindo os protestos na Venezuela

Nova York, 20 de fevereiro de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas condena a onda de violência, assédio e detenção de jornalistas cobrindo protestos na Venezuela nos últimos dias e insta as autoridades a  garantirem que a imprensa possa trabalhar com segurança. As violações ocorrem em meio a protestos por todo o país que deixaram seis mortos e centenas de feridos. As manifestações começaram em 12 de fevereiro por estudantes universitários que protestavam contra o governo do presidente Nicolás Maduro.

fevereiro 20, 2014 6:24 PM ET

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Notícias   |   Brasil

Dono de jornal assassinado no Brasil

Nova York, 14 de fevereiro de 2014--O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o assassinato na noite de quinta-feira do jornalista brasileiro Pedro Palma e insta as autoridades a investigar a fundo o crime e levar os responsáveis à justiça.

fevereiro 14, 2014 4:21 PM ET

Notícias   |   México

Jornalista desaparecido encontrado morto em Veracruz

Jornalistas falam em uma conferência de imprensa, protestando contra o sequestro e assassinato do jornalista Gregorio Jiménez de la Cruz (Reuters/Edgard Garrido)

Nova York, 12 de fevereiro de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) insta as autoridades mexicanas a realizar uma investigação minuciosa e processar os responsáveis pelo assassinato de Gregório Jiménez de la Cruz. Jiménez foi sequestrado em 5 de fevereiro e seu corpo encontrado terça-feira em uma fossa clandestina junto a duas pessoas no município de Las Choapas no estado de Veracruz, segundo as informações da imprensa.

fevereiro 12, 2014 6:21 PM ET

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Ataques contra a imprensa   |   Venezuela

Ataque à Imprensa em 2013: Venezuela

Um clima de incerteza e tensão cercou a morte do presidente Hugo Chávez após sua luta contra o câncer e a eleição de seu sucessor escolhido a dedo, Nicolás Maduro. A cobertura dos dois acontecimentos resultou em agressões generalizadas e assédio a jornalistas. A campanha do governo contra a emissora crítica Globovisión continuou com a oitava penalização contra a rede de TV em oito anos, desta vez relativa a uma reportagem que questionava a legalidade de adiar a posse do Chávez, então doente. Depois de anos de perseguição, o proprietário da emissora vendeu a companhia para empresários que segundo rumores têm laços estreitos com o governo, e a estação depois disso mudou seu tom editorial. Numa ato que os críticos descreveram como inconstitucional, Maduro assinou um decreto criando o Centro Estratégico de Segurança e Proteção da Pátria, ou CESPPA, que ele disse que iria proteger o país de ameaças externas. Mas jornalistas e grupos da liberdade de imprensa disseram que isso deu amplos poderes ao Estado, que seriam usados ​​para intimidar e censurar a mídia. Seu governo também visou jornalistaswebsites e provedores de internet, em uma tentativa de suprimir as sombrias notícias econômicas do país. O governo também cumpriu suas ameaças de longa data e oficialmente retirou-se da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, um pilar do sistema de direitos humanos da Organização dos Estados Americanos.

fevereiro 12, 2014 1:32 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Peru

Ataque à Imprensa em 2013: Peru

O clima de liberdade de imprensa no Peru continuou igual ao de 2012, com repórteres sendo alvo de violência e processos por difamação por artigos sobre a corrupção local. Embora nenhum jornalista tenha sido preso, dois foram condenados por difamação e receberam penas de prisão condicional. Um projeto de lei que elimina penas de prisão por difamação está parado no Congresso desde meados de 2011. Jornalistas que cobriam os protestos generalizados quanto aos trabalhos de mineração no norte do Peru, foram alvo de violência e intimidação por todos os lados no conflito. Jornalistas e agências de notícias que relatavam sobre a corrupção e o crime organizado também foram alvo de atentados não fatais. Um jornalista foi morto em circunstâncias obscuras. O CPJ continua investigando se o assassinato foi relacionado ao trabalho. Assassinatos anteriores de jornalistas continuaram sem solução, e o Ministério Público recorreu da absolvição no ano passado do ex-prefeito da cidade de Coronel Portillo, relativa ao assassinato em 2004 do radialista Alberto Rivera Fernandez. Grupos de direitos humanos e jornalistas levantaram dúvidas sobre as implicações de um projeto de lei que criminaliza a negação de crimes de terrorismo, uma lei de cibercrime que criminaliza algumas manifestações pela Internet, e a intenção do principal jornal diário do país de comprar uma organização jornalística que resultou na aquisição de 78 por cento do mercado jornalístico.

fevereiro 12, 2014 1:29 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   México

Ataque à Imprensa em 2013: México

A liberdade de imprensa no México, apesar do novo presidente, continuou em clima de perigo. Embora o presidente Enrique Peña Nieto tenha aprovado uma medida adotada no final do mandato de Felipe Calderón que amplia a jurisdição das autoridades federais para investigar crimes contra a liberdade de expressão, a procuradoria especial oficial encarregada de cuidar de tais casos  ficou protelando o exercício de suas novas incumbências. Finalmente, em agosto, o procurador pegou oficialmente seu primeiro caso, embora não tenha acusado ou processado ninguém por assassinato de jornalista no último ano. Enquanto isso, a imprensa continuou a ser violentamente visada durante as batalhas entre traficantes e policiais e militares pelo país. Os meios de comunicação foram atacados, organizações pela liberdade de imprensa ameaçadas, e repórteres sequestrados. Pelo menos três jornalistas foram mortos em 2013 sob circunstâncias obscuras. Diante de tal violência, os meios de comunicação em regiões controladas pelos traficantes apelaram para a autocensura. Seguindo os passos de outros meios sitiados, o jornal Zócalo de Saltillo, publicou um editorial avisando que não mais cobriria o crime organizado, com o fim de proteger seu pessoal. A cidade do México, há muito tempo considerada um refúgio da violência que ocorre no resto do país, viu-se invadida pelo rime organizado. Quatro jornalistas que cobriam os protestos contra a reforma educacional foram encarcerados, e dois deles ficaram detidos por cinco dias antes de serem soltos após pagamento de uma fiança exorbitante, segundo reportagens. Analistas da mídia aplaudiram o projeto de lei de comunicações, que iria aumentar a competição e aumentar a disponibilidade de propriedade dos meios de comunicação audiovisuais.

fevereiro 12, 2014 1:26 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Honduras

Ataque à Imprensa em 2013: Honduras

A imprensa hondurenha continuou a enfrentar violência e intimidação enquanto o país lutava com o crime e ilegalidade generalizados. Jornalistas que cobriam temas sensíveis, como tráfico de drogas, corrupção do governo, e conflitos de terra, foram ameaçados e agredidos. Um conhecido apresentador de debates radiofônicos, Aníbal Barrow, foi sequestrado de seu carro e foi encontrado morto semanas depois. As autoridades disseram que estavam determinando se a morte estava relacionada ao trabalho do jornalista. Mas o clima de impunidade persiste em Honduras, com alegações de policiais envolvidos em corrupção e em formação de esquadrões da morte. Também vieram à tona alegações de jornalistas envolvidos em extorsão. Evitou-se um impasse entre as principais organizações da mídia do país e o presidente Porfirio Lobo sobre uma proposta de lei de telecomunicações, quando as partes concordaram que a imprensa iria regular o seu próprio conteúdo. O candidato do partido do governo, Juan Orlando Hernández, foi declarado vencedor nas eleições presidenciais, mas a segunda colocada, Xiomara Reyes de Castro, impugnou os resultados, trazendo à tona novamente a intensa polarização existente desde a deposição de seu marido num golpe de Estado em 2009.

fevereiro 12, 2014 1:23 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Guatemala

Ataque à Imprensa em 2013: Guatemala

Os jornalistas que cobriam temas delicados, como crime e corrupção, enfrentaram um aumento do clima de intimidação e violência em 2013. Um jornalista foi morto em circunstâncias pouco claras. O CPJ continua investigando para determinar se a morte estava relacionada ao trabalho. Outro jornalista sobreviveu a uma tentativa de assassinato, e o proprietário, funcionários e website do diário elPeriódico, que é conhecido por suas investigações sobre a corrupção no governo, foram repetidamente alvos de ameaças, intimidações e ataques. O país acompanhou de perto o dramático julgamento do general José Efraín Ríos Montt, o ex-líder militar da Guatemala, em alegações de violações dos direitos humanos durante parte da guerra civil que durou décadas no país, quando a liberdade de imprensa foi severamente restringida. Sua condenação histórica foi anulada, e o futuro do caso era incerto, com Rios Montt estando em prisão domiciliar. O escritório privado na cidade da Guatemala do relator especial sobre o direito à liberdade de opinião e expressão, Frank La Rue, foi arrombado em circunstâncias pouco claras. O grupo local de liberdade de imprensa CERIGUA documentou ao menos 54 casos de ataques contra a imprensa em 2013, muitos dos quais estavam concentrados no Departamento da Guatemala, onde a capital está situada. À luz das crescentes violações contra a imprensa, o governo anunciou a criação de um mecanismo de proteção para jornalistas que foram ameaçados.

fevereiro 12, 2014 1:20 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Estados Unidos

Ataque à Imprensa em 2013: Estados Unidos

A liberdade de imprensa nos Estados Unidos se deteriorou drasticamente em 2013, segundo um relatório especial do CPJ. A política da administração Obama de processar funcionários que vazam informações confidenciais à imprensa intensificou-se com a condenação de Chelsea Manning (então conhecida como cabo Bradley Manning) a 35 anos de prisão e indiciamento do consultor da NSA, Edward Snowden. Como parte de suas investigações sobre vazamentos anteriores, o Departamento de Justiça revelou que tinha secretamente intimado os registros telefônicos de quase duas dezenas de linhas telefônicas da Associated Press e os e-mails e registros telefônicos do repórter James Rosen, da Fox News. Os dois casos, e a linguagem usada na intimação de Rosen, que sugeria que o jornalista poderia ser criminalmente acusado de receber as informações, provocou críticas generalizadas. A reação resultou na elaboração de revisão das diretrizes do Departamento de Justiça sobre intimações à imprensa e um novo debate no Senado sobre uma lei de proteção federal que daria aos jornalistas maior proteção para suas fontes. À medida que o debate avançava no Senado, um tribunal federal de apelações rejeitou o recurso do repórter James Risen, do New York Times, em seu prolongado empenho para proteger uma fonte confidencial, criando um possível conflito no Supremo Tribunal Federal. O vazamento de Snowden de uma quantidade ainda desconhecida de informações confidenciais sobre os programas secretos de vigilância provocou um clamor nacional e internacional e, depois de um relatório sobre as comunicações da Al- Jazeera supostamente terem sido espionadas, fez com que os jornalistas temessem ainda mais por suas fontes. O sigilo em torno dos programas de vigilância repercutiu como uma generalizada falta de transparência e abertura entre as agências governamentais, onde, apesar da promessa do presidente Barack Obama de que iria chefiar o governo mais aberto na história, as autoridades rotineiramente se recusaram a falar com a imprensa ou aprovar os pedidos pela lei de Acesso a Informações. Os jornalistas se sentiram limitados ao cobrir julgamentos relacionados com a segurança nacional, em casos de alegado terrorismo na Baía de Guantánamo e na corte marcial de Manning, na Virgínia.

fevereiro 12, 2014 1:17 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Equador

Ataque à Imprensa em 2013: Equador

Amparado por uma reeleição arrebatadora, o presidente Rafael Correa continuou sua ofensiva contra a imprensa de oposição no Equador. Sua vitória lhe permitiu uma conquista significativa: a aprovação de uma lei de comunicação que estabelece a regulamentação do conteúdo editorial e dá às autoridades o poder de impor sanções arbitrárias e censurar a imprensa, de acordo com a pesquisa do CPJ. Pelo menos uma revista investigativa foi fechada após a aprovação da lei, apesar de preocupações econômicas também estarem em questão. Entretanto, enquanto o presidente enfrentava a imprensa em casa, ele se deparou com desafios no exterior. Em um golpe duro para Correa, a Organização dos Estados Americanos votou pela rejeição das propostas apresentadas pelo Equador, que iria enfraquecer seriamente a Comissão Interamericana de Direitos Humanos e seu relator especial para a liberdade de expressão. Embora nenhuma dessas propostas tenha passado, uma mudança da resolução feita de última hora possibilitou que o debate continuasse. Organizações locais de liberdade de imprensa documentaram dezenas de violações contra a imprensa ao longo do ano, incluindo ataques, ameaças, assédio, obstrução e ações judiciais arbitrárias.

fevereiro 12, 2014 1:14 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Cuba

Ataque à Imprensa em 2013: Cuba

Para complementar as graduais reformas econômicas e políticas, Cuba fez uma pequena, mas principalmente simbólica, abertura no panorama de liberdade de imprensa em 2013, e o impacto para a mídia independente foi mínimo. Uma exceção foi a legislação facilitando regras de visto de saída que foi aprovada em 2012, mas implementada em 2013. A lei permitiu a blogueiros críticos e dissidentes políticos viajarem ao exterior pela primeira vez em décadas. Enquanto no exterior, a proeminente blogueira de oposição Yoani Sánchez anunciou planos para lançar uma publicação de notícias de base ampla após seu retorno a Cuba. Em janeiro, analistas internacionais detectaram atividade no muito aguardado projeto de cabo de fibra óptica, que é financiado pela Venezuela, mas a Internet de alta velocidade ainda não estava disponível para a maioria dos cubanos. No final do ano, o governo anunciou a abertura de 100 centros públicos de acesso à Internet, mas o conteúdo foi filtrado e a taxa horária é proibitivamente cara para a maioria dos cidadãos. Um jornalista foi libertado depois de passar sete meses de prisão por causa do sua reportagem. Embora nenhum jornalista tenha sido preso desde 1º de dezembro, o governo continuou a prática de detenções de curto prazo. Raúl Castro disse que iria renunciar à presidência em 2018, fixando uma data para o início de uma Cuba pós-Castro.

fevereiro 12, 2014 1:11 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Colombia

Ataque à Imprensa em 2013: Colômbia

Jornalistas reportando sobre questões delicadas, como o conflito armado de décadas do país, crime e corrupção, novamente foram vítimas de violência e intimidação. Um jornalista da principal revista de notícias da Colômbia sobreviveu por pouco a uma tentativa de assassinato, enquanto repórteres por todo o país foram repetidamente ameaçados, e em alguns casos forçados a fugir de suas casas e de seu país. Um jornalista e um assistente de mídia foram assassinados em retaliação por seu trabalho. A violência fez com que repórteres fora dos maiores centros urbanos se autocensurassem, temendo por suas vidas. Enquanto isso, jornalistas cobrindo as demonstrações antigovernamentais feitas há meses por agricultores no norte de Catatumbo foram violentamente atacados por todos os lados envolvidos. A Justiça continuou lentamente sua investigação de 5 anos sobre um programa de espionagem ilegal do governo que visou jornalistas críticos importantes, entre outros. O Supremo Tribunal desistiu das acusações contra o ex-chefe da Agência de Inteligência Nacional e outro tribunal liberou um funcionário da agência que tinha sido anteriormente condenado, de acordo com informações da imprensa. Sete ex-detetives da polícia secreta foram sentenciados à prisão provisória sob acusações de "tortura psicológica" e ameaças anônimas à jornalista Claudia Julieta Duque, uma das vítimas da espionagem, pela sua cobertura do assassinato de um jornalista em 1999. Em 2013 um político foi absolvido de acusações de ordenar o assassinato, em 2002, do proeminente jornalista Orlando Sierra, mas os promotores públicos disseram que recorreriam. Num avanço positivo, a condenação por difamação criminal contra o editor Luis Agustín González foi revogada pelo Supremo Tribunal. Enquanto o governo do presidente Juan Manuel Santos continua negociações de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), uma organização de guerrilha de esquerda, uma comissão criada pelo governo relata que o conflito na Colômbia, que já dura mais de 50 anos, matou pelo menos 220.000 pessoas, a maioria delas civis.

fevereiro 12, 2014 1:08 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Brasil

Ataque à Imprensa em 2013: Brasil

Apesar de seu papel cada vez mais importante no cenário mundial, o Brasil continua a desapontar os defensores da liberdade de expressão quando o assunto é liberdade de imprensa dentro do próprio território. Ao mesmo tempo em que se prolongava a onda de violência que assolou o país nos últimos três anos, três jornalistas foram assassinados em 2013 em retaliação direta a seu trabalho. A posição do Brasil piorou no Índice de Impunidade do CPJ no qual são enumerados os países onde jornalistas são assassinados com regularidade e as autoridades não são capazes de solucionar os crimes. Em um desdobramento positivo, as autoridades obtiveram a condenação dos responsáveis pelos homicídios de três jornalistas. Os pistoleiros que em 2010 mataram o radialista e blogueiro Francisco Gomes de Medeiros e o assassino do jornalista Edinaldo Filgueira, em 2011, foram condenados à prisão. Em um raro exemplo de justiça integral, todos os participantes, incluindo o mandante do crime, foram levados à justiça pelo assassinato, em 2002, do editor Domingos Sávio Brandão Lima. Repórteres foram alvo de violência física e ameaças, e um deles precisou deixar o país temporariamente, enquanto outros foram presos e se tornaram alvo durante os protestos contra o governo que assolaram o país na segunda metade do ano. A presidenta Dilma Rousseff ocupou as manchetes internacionais depois que os dados vazados pelo ex-contratado da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, Edward Snowden, revelaram que comunicações eletrônicas brasileiras foram interceptadas pela NSA. Ela reagiu pedindo a regulamentação do uso da internet no país de modo a deixá-lo menos vulnerável à espionagem, uma sugestão que, caso implementada, poderia acarretar consequências generalizadas em toda a infraestrutura global da Internet. Empresas de internet continuaram a receber inúmeras solicitações de remoção de conteúdo por parte de tribunais brasileiros, enquanto órgãos de mídia enfrentaram censura judicial e pesadas multas em processos por difamação. Depois do silêncio inicial a respeito da questão, o Brasil apoiou e defendeu o Sistema Interamericano de Direitos Humanos do ataque liderado por um bloco de países que tentava neutralizar o trabalho da entidade.

fevereiro 12, 2014 1:05 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Argentina

Ataque à Imprensa em 2013: Argentina

A rivalidade de longa data entre a administração da presidente Cristina Fernández de Kirchner e os meios de comunicação críticos se aprofundou. A Suprema Corte decidiu que as disposições de uma lei de meios audiovisuais de 2009, que exigiria algumas empresas de mídia, mais notadamente o conglomerado de mídia crítico Grupo Clarín, vender os ativos - na teoria, para desmembrar monopólios - eram constitucionais. Além da legislação, o clima permaneceu polarizado, com funcionários publicamente criticando o Clarín e outros grupos de mídia, e esses meios de comunicação criticando todas as atividades de administração. O governo continuou com sua política de punir meios de comunicação críticos e gratificar aqueles favoráveis com publicidade oficial, e pareceu estender sua guerra publicitária ao domínio comercial por supostamente proibir supermercados de anunciar em jornais como parte de uma medida de congelamento de preços destinada a combater a inflação. A mídia crítica alegou que a tática era para prejudicar ainda mais outros meios de comunicação que não recebem publicidade estatal, uma reivindicação que o governo negou. A presidente Kirchner, após 10 anos dominando a política argentina, juntamente com seu marido, o falecido ex-presidente Néstor Kirchner, enfrentou problemas em seu governo no final de 2013. O partido da presidente sofreu derrotas significativas nas eleições para o Congresso, as reformas judiciais falharam, acusações de corrupção vieram à tona no governo, e a presidente sofreu problemas de saúde. Os defensores da liberdade de imprensa ficaram perplexos com a decisão sobre um caso de difamação argentino pela Corte Interamericana de Direitos Humanos parte do sistema de proteção dos direitos humanos da Organização dos Estados Americanos, que decidiu pela primeira vez que uma sanção penal por difamação não afeta a liberdade de expressão.

fevereiro 12, 2014 1:02 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Argentina, Burundi, Egypt, Equador, México, Rússia, Sri Lanka, Venezuela

Aspirantes a repressores brandem "ética" como justificativa

Pedidos para que os jornalistas exercitem um senso de responsabilidade são muitas vezes o código de censura. No entanto, o jornalismo antiético também pode pôr a imprensa em perigo. Por Jean-Paul Marthoz

O escândalo do News of the Word, no qual o tabloide dominical inglês invadiu mensagens de voz de celebridades e pessoas comuns, levou a um debate decisivo sobre como regular a mídia no Reino Unido. (Reuters/Luke MacGregor)

fevereiro 12, 2014 1:01 AM ET

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Brasil, Caso

Jornalista brasileiro ferido em protesto tem morte cerebral

O cinegrafista brasileiro Santiago Ilídio Andrade teve morte cerebral declarada no dia 10 de fevereiro de 2014 depois de ser ferido enquanto cobria protestos no Rio de Janeiro no último dia 6 de fevereiro. As autoridades identificaram dois indivíduos que acreditam estar envolvidos no ataque que feriu o jornalista, de acordo com as reportagens da imprensa.

fevereiro 11, 2014 4:44 PM ET

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Notícias   |   Brasil

Jornalista brasileiro em coma depois de ser atacado enquanto cobria protesto

Nova York, 7 de fevereiro de 2014 - As autoridades brasileiras devem investigar imediatamente o ataque contra um jornalista que foi ferido cobrindo um protesto no Rio de Janeiro na quinta-feira, disse hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Santiago Ilídio Andrade está em coma depois de ser atingido na cabeça por um artefato explosivo, segundo as informações da imprensa.

fevereiro 7, 2014 4:22 PM ET

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Notícias   |   Brasil

CPJ saúda condenações em assassinato de jornalista brasileiro

Nova York, 6 de fevereiro de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) recebe com satisfação as duas condenações na terça-feira do assassinato em 2012 do jornalista político e blogueiro brasileiro Décio Sá e insta as autoridades a garantir que todos os envolvidos no crime sejam levados à justiça. Jhonatan de Souza Silva, que confessou ser o pistoleiro, foi sentenciado a 25 anos e três meses de prisão, segundo as matérias da imprensa. Marcos Bruno Oliveira, que alegava ser inocente, foi sentenciado a 18 anos e três meses de prisão pela acusação de transportar Souza para cometer o crime e fugir do local.

fevereiro 6, 2014 6:05 PM ET

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Notícias   |   Equador

Cartunista punido sob a lei de comunicações do Equador

Bogotá, 3 de fevereiro de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena a decisão adotada na sexta-feira pelo órgão regulador dos meios de comunicação equatorianos de utilizar a lei de comunicação para sancionar o jornal líder El Universo por uma caricatura crítica. O organismo multou o diário e exigiu que o caricaturista "corrija" a caricatura em um prazo de 72 horas, segundo as informações da imprensa.

fevereiro 3, 2014 5:50 PM ET

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Notícias   |   Colombia

Três jornalistas de rádio ameaçados na Colômbia

Bogotá, 14 de janeiro de 2014-- O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) insta as autoridades colombianas a garantir a segurança de três jornalistas de rádio no departamento [estado] de Guaviare, no sul do país, que receberam ameaças de morte por sua cobertura sobre um referendo que poderia remover de seu cargo o governador local.

janeiro 14, 2014 6:26 PM ET

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Notícias   |   Guatemala

Editor do elPeriódico é alvo do governo guatemalteco

Nova York, 8 de janeiro de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena as manobras legais iniciadas nas últimas semanas pelo presidente e pela vice-presidente da Guatemala destinadas a reprimir as reportagens críticas do elPeriódico e seu diretor José Rubén Zamora Marroquín. Durante o ano passado, o jornal da cidade da Guatemala publicou uma série de artigos, incluindo várias colunas de Zamora, sobre suposta corrupção ou possíveis vínculos com o crime organizado dentro do governo.

janeiro 8, 2014 7:10 PM ET

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