Go »
  Go »

Argentina


Nova York, 12 de setembro de 2011 - Uma ação alegando invasão à privacidade que Carlos Saúl Menem, ex-presidente da Argentina, impetrou contra dois jornalistas da revista local Noticias viola o Artigo 13 da Convenção Americana dos Direitos Humanos, afirmou o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) em um texto legal apresentado na sexta-feira ante a Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Nova York, 12 de setembro de 2011 - Uma ação alegando invasão à privacidade que Carlos Saúl Menem, ex-presidente da Argentina, impetrou contra dois jornalistas da revista local Noticias viola o Artigo 13 da Convenção Americana dos Direitos Humanos, afirmou o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) em um texto legal apresentado na sexta-feira ante a Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Nova York, 12 de setembro de 2011 - Uma ação alegando invasão à privacidade que Carlos Saúl Menem, ex-presidente da Argentina, impetrou contra dois jornalistas da revista local Noticias viola o Artigo 13 da Convenção Americana dos Direitos Humanos, afirmou o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) em um texto legal apresentado na sexta-feira ante a Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Nova York, 12 de setembro de 2011 - Uma ação alegando invasão à privacidade que Carlos Saúl Menem, ex-presidente da Argentina, impetrou contra dois jornalistas da revista local Noticias viola o Artigo 13 da Convenção Americana dos Direitos Humanos, afirmou o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) em um texto legal apresentado na sexta-feira ante a Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Nova York, 29 de março de 2011- O governo argentino deve garantir que a distribuição dos principais jornais do país seja efetuada sem interferências, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). O pedido do CPJ é feito dois dias depois de um protesto sindical bloquear a saída dos caminhões do parque das instalações de impressão do Clarín e do La Nación, impedindo que o Clarín distribuísse sua edição de domingo.

Nova York, 4 de março de 2011--O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) saúda uma sentença da Suprema Corte de Justiça argentina que insta a excluir critérios discriminatórios e a estabelecer um "equilíbrio razoável" na distribuição da publicidade oficial. A decisão provém de um mandato impetrado em 2006 pela Editora Perfil, a maior empresa editora de revistas do país, alegando arbitrariedade na distribuição da verba publicitária oficial.

Na América Latina, a volta da censura

O jornal venezuelano El Nacional deixa espaço em branco para uma imagem que o governo não permitiria. (Reuters/Jorge Silva)

Por Carlos Lauría

Como uma ilustre família de políticos no Estado do Maranhão no poder há mais de 40 anos, os Sarney estão acostumados a chegar a onde querem na vida pública brasileira. Assim, quando em junho de 2009 O Estado de S. Paulo, um dos principais jornais de circulação nacional, publicou denúncias que ligavam José Sarney, então presidente do Senado e ex-presidente do país, ao nepotismo e à corrupção, o clã político não ficou de braços cruzados. Os Sarney recorreram a um juiz em Brasília e conseguiram uma liminar contra O Estado, proibindo o jornal de publicar outras reportagens sobre as alegações. Dezoito meses depois, ao fim de 2010, a proibição continuava em vigor, apesar de críticas nacionais e internacionais.

Principais Acontecimentos
• Kirchner acusa dois jornais de conspiração com a ditadura militar em 1976.
• Legislação restringiria a propriedade de fábricas de papel-jornal pelos meios de comunicação.

Estatística em Destaque
400: páginas de um relatório governamental acusam os grupos de comunicação Clarín e La Nación de conspiração com ditadores.


A administração da presidente Cristina Fernández de Kirchner acusou os principais executivos dos dois maiores jornais do país, Clarín e La Nación, de conspirarem com o antigo regime militar para cometer crimes contra a humanidade, denúncias que aumentaram dramaticamente a tensão existente entre o governo e a mídia. Em uma reivindicação tão controversa quanto agressiva, Kirchner solicitou aos tribunais que determinassem se houve conspiração dos jornais com a ditadura para forçar a venda de uma fornecedora de papel-jornal em 1976. O conflito aprofundou as diferenças existentes dentro da própria imprensa, com jornalistas tomando partido em relação às políticas e táticas do governo. Programas de entrevistas sobre política nos meios de comunicação estatal reprovaram as críticas feitas ao governo pela mídia. Segundo analistas, o espaço para um jornalismo ponderado e imparcial reduziu-se significativamente.

Ledesma trabalhava no jornal comunitário semanal Mundo Villa e era diretor da estação local de televisão Mundo Villa (Perfil)

Nueva York, 10 de septiembre de 2010--Atacantes desconocidos mataron el sábado a puñaladas al reportero Adams Ledesma Valenzuela en una villa de emergencia de la Ciudad de Buenos Aires, según informes de la prensa local e internacional. El Comité para la Protección de los Periodistas (CPJ, por sus siglas en inglés) instó hoy a las autoridades locales a investigar el caso y enjuiciar a los responsables del homicidio.

Nova York, 8 de dezembro de 2009 – Os candidatos indicados para ocupar quatro dos sete cargos da agência regulatória, criada sob uma nova lei de meios de comunicação audiovisuais impulsionada pelo governo argentino, despertam preocupação sobre sua independência, assinalou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). O CPJ vai monitorar a implementação da lei para assegurar que a agência regulatória não seja submetida a interferências políticas indevidas.

  Go »

Tamanho do texto
A   A   A
CONTATO

Américas

Coordenador sênior do Programa:
Carlos Lauría

Pesquisador Associado:
Sara Rafsky

clauria@cpj.org
SRafsky@cpj.org

Tel: 212-465-1004
Ramais 120, 146
Fax: 212-465-9568

330 7ª Avenida, 11 º andar
Nova York, NY, 10001 Estados Unidos

Categorias recentes