Go »
  Go »

México


O ĺndice global de Impunidade 2014 do CPJ destaca os países onde os jornalistas são mortos e os assassinos ficam livres

Jornalistas protestam no aniversário de um ano da morte da jornalista Regina Martínez Pérez. Ataques contra a imprensa são tão comuns que as autoridades mexicanas aprovaram uma lei autorizando as autoridades federais a processarem os crimes contra jornalistas. (AP/Felix Marquez)

Nova York, 3 de abril de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o ataque ocorrido hoje mais cedo contra Adrián López Ortiz, diretor-geral do Grupo Noroeste, grupo de mídia proprietário do jornal Noroeste, no estado de Sinaloa. O CPJ também está alarmado pela série de ameaças e assédio contra o jornal nas últimas semanas e urge as autoridades a levar os responsáveis à justiça. 

Jornalistas falam em uma conferência de imprensa, protestando contra o sequestro e assassinato do jornalista Gregorio Jiménez de la Cruz (Reuters/Edgard Garrido)

Nova York, 12 de fevereiro de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) insta as autoridades mexicanas a realizar uma investigação minuciosa e processar os responsáveis pelo assassinato de Gregório Jiménez de la Cruz. Jiménez foi sequestrado em 5 de fevereiro e seu corpo encontrado terça-feira em uma fossa clandestina junto a duas pessoas no município de Las Choapas no estado de Veracruz, segundo as informações da imprensa.

Os políticos dizem que não há cartéis do crime organizado no
região metropolitana da capital. Jornalistas conhecem mais, mas eles
têm medo de denunciar. Por Mike O'Connor

Agentes da polícia fazem guarda perto de uma cena de crime em Neza, nos arredores da Cidade do México, em 16 de janeiro de 2011. (Reuters / Jorge Dan)

A liberdade de imprensa no México, apesar do novo presidente, continuou em clima de perigo. Embora o presidente Enrique Peña Nieto tenha aprovado uma medida adotada no final do mandato de Felipe Calderón que amplia a jurisdição das autoridades federais para investigar crimes contra a liberdade de expressão, a procuradoria especial oficial encarregada de cuidar de tais casos  ficou protelando o exercício de suas novas incumbências. Finalmente, em agosto, o procurador pegou oficialmente seu primeiro caso, embora não tenha acusado ou processado ninguém por assassinato de jornalista no último ano. Enquanto isso, a imprensa continuou a ser violentamente visada durante as batalhas entre traficantes e policiais e militares pelo país. Os meios de comunicação foram atacados, organizações pela liberdade de imprensa ameaçadas, e repórteres sequestrados. Pelo menos três jornalistas foram mortos em 2013 sob circunstâncias obscuras. Diante de tal violência, os meios de comunicação em regiões controladas pelos traficantes apelaram para a autocensura. Seguindo os passos de outros meios sitiados, o jornal Zócalo de Saltillo, publicou um editorial avisando que não mais cobriria o crime organizado, com o fim de proteger seu pessoal. A cidade do México, há muito tempo considerada um refúgio da violência que ocorre no resto do país, viu-se invadida pelo rime organizado. Quatro jornalistas que cobriam os protestos contra a reforma educacional foram encarcerados, e dois deles ficaram detidos por cinco dias antes de serem soltos após pagamento de uma fiança exorbitante, segundo reportagens. Analistas da mídia aplaudiram o projeto de lei de comunicações, que iria aumentar a competição e aumentar a disponibilidade de propriedade dos meios de comunicação audiovisuais.

Pedidos para que os jornalistas exercitem um senso de responsabilidade são muitas vezes o código de censura. No entanto, o jornalismo antiético também pode pôr a imprensa em perigo. Por Jean-Paul Marthoz

O escândalo do News of the Word, no qual o tabloide dominical inglês invadiu mensagens de voz de celebridades e pessoas comuns, levou a um debate decisivo sobre como regular a mídia no Reino Unido. (Reuters/Luke MacGregor)

O conflito na Síria, um aumento no derramamento de sangue no Iraque, e a violência política no Egito responderam pelo elevado número de jornalistas mortos em serviço em 2013. Um relatório especial do CPJ por Elana Beiser

Esta imagem fornecida pelo Aleppo Media Center mostra sírios ajudando um homem ferido no local de um ataque aéreo do governo em Aleppo, em 17 de dezembro. Cidadãos jornalistas foram vitais para documentar mortes e destruição no conflito. (AP / Aleppo Media Center)

Nova York, 6 de setembro de 2013 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) está indignado com a decisão de um juiz mexicano de rejeitar as acusações contra Marco Quiñones Arturo Sánchez, um dos pistoleiros implicado na tentativa de assassinato em 1997 de J. Jesús Blancornelas, fundador e ex-editor do semanário Zeta, de Tijuana. Os editores do Zeta disseram ao CPJ que foram informados da decisão na segunda-feira.

Cidade do México, 18 de julho de 2013 - As autoridades mexicanas devem realizar uma investigação completa e transparente sobre o assassinato do repórter que cobria criminalidade cujo corpo foi encontrado na quarta-feira na Cidade de Oaxaca, capital do estado de Oaxaca, declarou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Alberto López Bello foi severamente espancado e baleado, disseram ao CPJ funcionários do governo.

Cidade do México, 25 de abril de 2013 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) se une a jornalistas do diário mexicano Vanguardia para solicitar às autoridades uma investigação completa e eficaz sobre o assassinato do fotógrafo Daniel Martínez Balzadúa.

  Go »

Tamanho do texto
A   A   A
CONTATO

Américas

Coordenador sênior do Programa:
Carlos Lauría

Pesquisador Associado:
Sara Rafsky

clauria@cpj.org
SRafsky@cpj.org

Tel: 212-465-1004
Ramais 120, 146
Fax: 212-465-9568

330 7ª Avenida, 11 º andar
Nova York, NY, 10001 Estados Unidos

Categorias recentes