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México

2013



Cidade do México, 25 de abril de 2013 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) se une a jornalistas do diário mexicano Vanguardia para solicitar às autoridades uma investigação completa e eficaz sobre o assassinato do fotógrafo Daniel Martínez Balzadúa.

Cidade do México, 22 de abril de 2013 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) insta as autoridades mexicanas a investigar completamente o desaparecimento do jornalista Sergio Landa Rosado no estado de Veracruz. Landa, que cobre a editoria de polícia para o jornal local Diario Cardel, está desaparecido desde janeiro, segundo as informações da imprensa.

Cidade do México, 17 de abril de 2013--A revista mexicana de circulação nacional Proceso noticiou terça-feira que tomou conhecimento de um complô de funcionários do governo de Veracruz contra a integridade do jornalista Jorge Carrasco, que tem reportado extensivamente sobre o assassinato da correspondente da revista no estado. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas insta as autoridades a investigar completamente as supostas ameaças e garantir a segurança de Carrasco. 

Cidade do México, 5 de março de 2013 - As autoridades mexicanas devem identificar o motivo do assassinato de um editor de site de notícias no estado de Chihuahua e garantir que os autores serão levados à justiça, declarou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Repórteres não podem informar ao público que o crime organizado assumiu o controle do estado mexicano Por Mike O'Connor

(AFP/Guillermo Moreno

Enquanto os militares lutam contra os cartéis de droga - e os grupos criminosos brigam entre si - a imprensa fica sob o fogo cruzado de criminosos e funcionários públicos corruptos que tentam controlar o fluxo de informações. Jornalistas desapareceram, foram ameaçados ou forçados a fugir em represália por seu trabalho e diversos meios de comunicação foram atacados. O jornalista Adrían Silva Moreno foi morto a tiros em Puebla logo após reunir informações sobre um roubo de gasolina em grande escala e, em seguida, presenciar um confronto entre soldados e criminosos armados. Cinco outros jornalistas foram assassinados durante o ano; o CPJ estava investigando para determinar se os crimes estavam relacionados ao trabalho das vítimas. Após ser alvo frequente de represálias, um jornal publicou um editorial declarando que não divulgaria mais reportagens sobre a violência desencadeada pelos cartéis. Em uma demonstração da insatisfação pública com a sangrenta ofensiva do presidente Felipe Calderón Hinojosa contra os cartéis, o rival Partido Revolucionário Institucional voltou ao poder com a eleição de Enrique Peña Nieto para a presidência. A administração de Calderón conquistou um marco histórico para a liberdade de imprensa em seu último ano. Após anos de esforços do CPJ e de outros grupos de defesa da liberdade de imprensa, o Congresso e os estados aprovaram uma emenda constitucional apoiada por Calderón federalizando os crimes contra a liberdade de expressão, um passo decisivo para combater a corrupção e a impunidade em todas as jurisdições do país. Entretanto, a legislação necessária para implementar a emenda ainda não havia sido aprovada no final do ano. Pelo menos 14 jornalistas foram assassinados em represália por seu trabalho durante a gestão de Calderón, entre dezembro de 2006 e dezembro de 2012, caracterizando o período como um dos mais letais para a imprensa já registrado em todo o mundo.

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