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Ásia


Morte de jornalistas atinge o índice mais alto em uma década
A metade ocorreu no Iraque; número recorde na Somália


CPJ:
Um em cada seis jornalistas
está detido sem acusações

Censo indica diminuição geral;


Internet eleva o número de jornalistas presos
Aumenta o número dos detidos sem o devido processo,
segundo o censo do CPJ



China, Cuba e duas nações africanas lideram a relação de países com mais jornalistas aprisionados
A ofensiva do governo etíope contra a imprensa nacional aumenta o número de jornalistas encarcerados em todo o mundo; Estados Unidos ocupam o sexto lugar na lista
Nova York, 3 de fevereiro de 2005 -- Quatro países com um longo histórico contra os jornalistas --China, Cuba, Eritréia e Myanmar-- computam mais de três quartos dos jornalistas presos ao redor do mundo, segundo revelou a análise do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).


Nova York, 2 de janeiro de 2004 ­No total, 36 jornalistas morreram em todo o mundo no cumprimento de seu dever em 2003, de acordo com o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Este é um aumento significativo em relação ao ano de 2002, quando 19 jornalistas faleceram durante a realização do seu trabalho. A guerra no Iraque foi a principal razão deste incremento, já que 13 jornalistas, mais da terça parte dos mortos no ano, morreram em atos hostis.
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