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Relatórios


O ĺndice global de Impunidade 2014 do CPJ destaca os países onde os jornalistas são mortos e os assassinos ficam livres

Jornalistas protestam no aniversário de um ano da morte da jornalista Regina Martínez Pérez. Ataques contra a imprensa são tão comuns que as autoridades mexicanas aprovaram uma lei autorizando as autoridades federais a processarem os crimes contra jornalistas. (AP/Felix Marquez)

O conflito na Síria, um aumento no derramamento de sangue no Iraque, e a violência política no Egito responderam pelo elevado número de jornalistas mortos em serviço em 2013. Um relatório especial do CPJ por Elana Beiser

Esta imagem fornecida pelo Aleppo Media Center mostra sírios ajudando um homem ferido no local de um ataque aéreo do governo em Aleppo, em 17 de dezembro. Cidadãos jornalistas foram vitais para documentar mortes e destruição no conflito. (AP / Aleppo Media Center)

Pelo segundo ano consecutivo, a Turquia foi líder em encarceramentos de jornalistas no mundo, seguida de perto pelo Irã e pela China. O número de jornalistas presos globalmente diminuiu em relação ao ano anterior, mas permanece próximo às altas históricas. Um relatório especial por Elana Beiser.

 

Jornalistas turcos protestam por direitos da mídia em Istambul em 5 de novembro de 2013. Manifestantes passam a um passo por minuto para destacar  o lento processo da justiça na Turquia. (AFP/Ozan Kose)

Investigações sobre os vazamentos e a vigilância pós 11/09 nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos Barack Obama chegou ao governo prometendo transparência, mas não tem cumprido com sua palavra. Jornalistas e ativistas na defesa da transparência afirmam que a Casa Branca limita a divulgação de informações e emprega seus próprios meios para evitar o escrutínio da imprensa. Os agressivos processos judiciais de informantes de material classificado e uma vigilância eletrônica generalizada estão dissuadindo as fontes governamentais de falar com os jornalistas. Um relatório especial do CPJ por Leonard Downie Jr. com investigação de Sara Rafsky.

Barack Obama deixa uma conferência de imprensa no Salão Leste da Casa Branca em 9 de agosto. (AFP / Saul Loeb)

CPJ está preocupado com o padrão de ações da Administração Obama que inibe o fluxo de informações sobre temas de grande interesse público, incluindo as questões de segurança nacional. A guerra do governo aos vazamentos para a imprensa através do uso de intimações secretas contra organizações de notícias, a sua afirmação através de processo penal que o vazamento de documentos confidenciais para a imprensa é espionagem ou ajuda ao inimigo, e suas crescentes limitações no acesso à informação que é do interesse público - todos frustram uma discussão livre e aberta necessária em uma democracia.

A violência na Síria contribuiu para uma acentuada elevação no número de jornalistas mortos por seu trabalho em 2012, assim como uma série de assassinatos na Somália. Os mortos incluem uma proporção recorde de jornalistas que trabalhavam online. Um relatório especial do CPJ

Um jornalista se esquiva tiros na cidade síria de Aleppo (AFP/Tauseef Mustafa)

O Índice de Impunidade do CPJ em 2011 destaca os países onde Jornalistas são assassinados e os responsáveis ficam livres

Calderón prometeu combater os crimes contra a imprensa, mas as ações têm sido lentas (Reuters/Henry Romero)

O CPJ nomeia os piores opressores da Internet. Mianmar lidera a vergonhosa lista. Uma cultura de Internet efervescente em vários países da Ásia e do Oriente Médio provocou uma agressiva repressão governamental.

Nova York, 18 de dezembro de 2008--Pelo sexto ano consecutivo, o Iraque foi o país mais letal para a imprensa no mundo, segundo a análise de fim de ano do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). As 11 mortes documentadas no Iraque ao longo de 2008, um número bem inferior ao de anos anteriores, continuam figurando entre as mais altas cifras anuais registradas na história do CPJ. 

Morte de jornalistas atinge o índice mais alto em uma década
A metade ocorreu no Iraque; número recorde na Somália

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Coordenador sênior do Programa:
Carlos Lauría

Pesquisador Associado:
Sara Rafsky

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