Relatórios

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Crimes sem castigo

Por Elisabeth Witchel

A impunidade pelo assassinato de jornalistas - Índice Global de Impunidade 2016

Publicado em 27 de outubro de 2016

Algumas das mais elevadas taxas de impunidade pelo assassinato de jornalistas podem ser atribuídas a homicídios perpetrados por grupos radicais islamistas, concluiu o CPJ na mais recente edição de seu Índice Global de Impunidade, que focaliza os países onde assassinam jornalistas e os responsáveis por tais crimes continuam impunes. Pelo segundo ano consecutivo, o país com o pior histórico de impunidade foi a Somália, onde o grupo radical islâmico al-Shabaab é suspeito de cometer a maioria dos assassinatos de jornalistas, seguindo-se o Iraque e a Síria, onde os membros do grupo radical Estado Islâmico assassinaram pelo menos seis jornalistas no ano passado.

outubro 27, 2016 8:00 AM ET

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Síria e França, os países mais letais para a imprensa

De 69 jornalistas mortos em virtude de seu trabalho em 2015, 40 por cento morreram nas mãos de grupos militantes islâmicos como a Al-Qaeda e o Estado Islâmico. Mais de dois terços do total de mortos foram escolhidos para serem assassinados. Um relatório especial do CPJ por Elana Beiser

Os cartunistas Renald Luzier, à esquerda, e Patrick Pelloux em uma marcha de solidariedade em Paris por seus colegas mortos no ataque a revista satírica Charlie Hebdo. Em 2015, 28 jornalistas foram mortos por militantes islâmicos. (AFP / Eric Feferberg)

dezembro 29, 2015 12:01 AM ET

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China, Egito aprisionam um número recorde de jornalistas

O Egito é superado apenas pela China como o pior carcereiro do mundo de jornalistas em 2015. Em todo o mundo, o número de jornalistas atrás das grades por seu trabalho diminuiu moderadamente durante o ano, mas um punhado de países continua a usar a prisão sistemática para silenciar as críticas. Um relatório especial do CPJ por Elana Beiser

O fotojornalista egípcio conhecido como Shawkan aparece perante um tribunal no Cairo em maio de 2015 pela primeira vez depois de mais de 600 dias de prisão. Um número recorde de jornalistas está preso no Egito em 2015. (AP / Lobna Tarek)

dezembro 15, 2015 12:01 AM ET

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Crime sem Castigo

Amigos e colegas de Rubén Espinosa seguram câmeras no funeral do fotojornalista assassinado no México. Classificação do índice de impunidade no país quase dobrou desde 2008. (AFP / Alfredo Estrella)

O Índice Global de Impunidade 2015 do CPJ enfoca países onde jornalistas são assassinados e os responsáveis ficam livres

outubro 8, 2015 12:01 PM ET

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Traçando Limites : cartunistas sob ameaça

Em 7 de janeiro, dois homens armados invadiram a sede da revista satírica francesa Charlie Hebdo, matando oito jornalistas e colocando em evidência os riscos que correm os cartunistas. Mas como seu trabalho transcende fronteiras e idiomas, e para simplificar situações políticas complexas, as ameaças sofridas por cartunistas pelo mundo, encarcerados, obrigados a se esconderem, ameaçados com processos jurídicos ou mortos, ultrapassam em muito o extremismo islâmico. Um relatório especial do Comitê para a Proteção dos Jornalistas por Shawn W. Crispin

maio 19, 2015 12:01 AM ET

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Elevada taxa de jornalistas internacionais mortos en 2014; o Oriente Médio é a região mais letal para a imprensa

Síria é o país mais fatal do mundo para os jornalistas pelo terceiro ano consecutivo. Jornalistas internacionais foram mortos em uma taxa maior em 2014 do que nos últimos anos. Um relatório especial do CPJ por Shazdeh Omari

Durante uma manifestação no Paquistão, jornalistas empunham fotos de Anja Niedringhaus, uma fotógrafa da AP que foi morto no Afeganistão em abril. (Reuters / Faisal Mahmood)

dezembro 23, 2014 12:01 AM ET

Relatórios   |   Cuba, México

China é a pior carcereira da imprensa do mundo; total mundial é o segundo pior já registrado

Mais de 200 jornalistas estão presos por conta de seu trabalho pelo terceiro ano consecutivo, refletindo um aumento do autoritarismo no mundo todo. A China é a pior carcereira de jornalistas do mundo em 2014. Um relatório especial do CPJ por Shazdeh Omari

Um manifestante egípcio pede a libertação do fotógrafo freelance Mahmoud Abou Zeid, também conhecido como Shawkan, que está preso desde agosto de 2013.(AP/Amr Nabil)

dezembro 17, 2014 12:01 AM ET

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Relatórios   |   Afeganistão, Colombia, Filipinas, Iraque, México, Paquistão, Rússia, Somália, Sri Lanka, Índia

O Caminho para a Justiça

Quebrando o ciclo de impunidade no assassinato de jornalistas

A falta de justiça em centenas de assassinatos de jornalistas em todo o mundo é uma das maiores ameaças à liberdade de imprensa hoje. Enquanto a atenção mundial para a questão tem crescido durante a última década, houve pouco progresso na diminuição das taxas de impunidade. Estados terão que demonstrar muito mais vontade política para implementar compromissos internacionais que impactem os altos índices de violência direcionada rotineiramente enfrentada pelos jornalistas. Um relatório especial do Comitê para a Proteção dos Jornalistas.

outubro 28, 2014 12:01 AM ET

Relatórios   |   Brasil

Segundo tempo para a imprensa brasileira

A justiça prevalecerá sobre a censura e a violência?

O Brasil é o lar de uma mídia vibrante, mas os jornalistas são regularmente assassinados impunemente e jornalistas críticos estão sujeitos a ações judiciais que drenam recursos e censuram histórias importantes. Durante a Copa do Mundo de 2014, essa contradição vai estar em vívida exibição. Será que o governo de Dilma Rousseff tem a vontade e a determinação para derrotar a impunidade e acabar com assédio legal, permitindo que a liberdade de imprensa prospere? Um relatório especial do Comitê para a Proteção dos Jornalistas

maio 6, 2014 11:00 AM ET

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Relatórios   |   Brasil

Segundo tempo para a imprensa brasileira

Introdução

Por Joel Simon

Durante muito tempo, o Brasil vem lutando para superar suas contradições. O país possui uma dinâmica, moderna e diversificada economia e uma das piores pobrezas no continente. Foi liderado por dois governos socialistas sucessivos, e ainda mantém uma das distribuições de renda mais distorcidas do mundo.

A polícia, soldados e jornalistas tomam posição durante operação em uma favela na capital em novembro de 2010. (Reuters/Sergio Moraes)
maio 6, 2014 11:00 AM ET

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